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Associação dos polimorfismos C677T e A1298C do gene da MTHFR e o risco de desenvolvimento de câncer do colo uterino em uma população brasileira

Processo: 12/23674-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2013 - 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Monica Vannucci Nunes Lipay
Beneficiário:Monica Vannucci Nunes Lipay
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ). Prefeitura Municipal de Jundiaí. Jundiaí , SP, Brasil
Assunto(s):Ginecologia  Neoplasias uterinas  Homocisteína  Metilenotetra-hidrofolato redutase (NADPH2)  Polimorfismo de um único nucleotídeo 

Resumo

A 5-10 metilenotetrahidrofolato redutase - MTHFR é a principal enzima regulatória do metabolismo da homocisteína. O acúmulo de homocisteína plasmática é considerado um fator de risco para diversas doenças frequentes na população. Sabe-se que a atividade reduzida da MTHFR necessita de um aumento do consumo dietético de folato para manter normais as vias metabólicas dos folatos, e assim não haver acúmulo de homocisteína. Além do foco na dieta rica em folato, vários outros estudos têm se dedicado a conhecer e identificar os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) de genes relacionados ao metabolismo de folato. Os SNPs mais estudados incluem A1298C e C677T no gene MTHFR, A2756G no gene MS (Metionina sintase) e A66G no gene MTRR (Metionina sintase redutase). Diversos estudos atuais tentam relacionar alguns SNPs do gene da MTHFR com o desenvolvimento de cânceres em diferentes populações, porém é importante ter o conhecimento de que a distribuição polimórfica pode variar grandemente em diferentes populações. De acordo com a importância de se conhecer os fatores de risco para o desenvolvimento de diversas patologias multifatoriais, dentre essas do câncer, o objetivo do atual projeto é investigar a associação entre o risco do desenvolvimento de câncer do colo uterino e os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) A1298C e C677T do gene da MTHFR em mulheres brasileiras. Pelo que conhecemos até o momento, não há nenhum estudo na literatura que aborde a relação desses polimorfismos com o desenvolvimento de câncer do colo cervical na população brasileira. Esperamos encontrar uma forte correlação entre os polimorfismos estudados e o surgimento de lesões de colo uterino. Sendo assim poderíamos confirmar que indivíduos que apresentam os polimorfismos do gene MTHFR (C677T mutante e A1298C mutante) têm maior probabilidade de desenvolver lesões cervicais e quando em contato com HPV e outros fatores de risco desenvolver câncer de colo uterino, caso não sejam acompanhadas e tratadas corretamente. Concluindo, poder-se-ia considerar a presença desses polimorfismos em um indivíduo como um dos fatores de risco para o câncer de colo uterino, já que se sabe que essa é uma doença multifatorial e que atinge grande percentual da população brasileira. (AU)

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