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Resposta da porção oeste do Oceano Atlântico às mudanças na circulação meridional do Atlântico: variabilidade milenar a sazonal

Processo: 12/17517-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais - Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de março de 2013 - 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica
Pesquisador responsável:Cristiano Mazur Chiessi
Beneficiário:Cristiano Mazur Chiessi
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados:Francisco William da Cruz Junior ; Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer ; Silvia Helena de Mello e Sousa ; Wânia Duleba
Bolsa(s) vinculada(s):14/21028-3 - Variabilidade na estratificação da porção superior da coluna de água da Corrente do Brasil na região de Abrolhos: uma abordagem isotópica, BP.IC
13/14599-1 - Resposta da camada profunda do Atlântico Sul tropical às mudanças na circulação meridional do Atlântico: uma abordagem isotópica, BP.MS
13/25518-2 - Variabilidade da Corrente do Brasil e seus impactos no clima da América do Sul durante os últimos 30.000 anos, BP.MS
13/22521-2 - Efeitos das mudanças abruptas da circulação meridional do Atlântico sobre as massas de água profunda: uma abordagem isotópica, BP.DD
Assunto(s):Circulação oceânica  Sedimentologia marinha  Isótopos estáveis  Oceanos  Oceano Atlântico 

Resumo

A circulação meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na oceanografia e no clima do Atlântico e dos continentes vizinhos. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam uma desintensificação da AMOC para as próximas décadas. Portanto, a compreensão aprofundada da resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC em diversas escalas temporais é uma questão de suma importância. Neste projeto propõe-se reconstituir mudanças na estratificação da porção superior da coluna de água além da geometria das massas de águas profundas da porção oeste do Atlântico desde o Estágio Isotópico Marinho 3 para verificar a resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC nas escalas de tempo milenar a sazonal. Para atingir este objetivo serão efetuadas análises de isótopos de oxigênio e carbono além de razões Mg/Ca em foraminíferos planctônicos e bentônicos de 18 testemunhos sedimentares provenientes da porção oeste do Atlântico tropical e subtropical. Os testemunhos sedimentares terão modelos de idades baseados em datações 14C AMS obtidas em amostras monoespecíficas de foraminíferos. Adicionalmente, a variabilidade na precipitação continental será detalhada por meio de análises geoquímicas em amostras de sedimento total. Com este projeto espera-se: (i) contribuir de maneira significativa para o debate dos possíveis impactos que mudanças futuras na AMOC possam ter sobre a porção oeste do Atlântico; (ii) estabelecer um grupo de pesquisas do mais alto nível em paleoceanografia/paleoclimatologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, USP; e (iii) montar nesta mesma instituição um laboratório de ponta especializado em análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono em diminutas amostras de carbonatos (i.e., ca. 10 microg). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Estudo de conchas mostrou como o oceano reagiu ao aquecimento do planeta 
Aquecimento poderá reduzir em 44% a grande circulação das águas do Atlântico  
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