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Sistema integrado por fibra óptica para automação de estradas - Sistema de telefonia de emergência (call boxes)

Processo: 08/55275-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de setembro de 2009 - 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Telecomunicações
Pesquisador responsável:Ildefonso Félix de Faria Júnior
Beneficiário:Ildefonso Félix de Faria Júnior
Empresa:Optolink Indústria e Comércio Ltda
Município: Campinas
Auxílios(s) vinculado(s):11/51138-7 - Desenvolvimento da viabilidade técnico-comercial do sistema de telefonia de emergência - callbox, AP.PIPE3
11/52017-9 - Desenvolvimento da viabilidade técnico-comercial do sistema de telefonia de emergência-callbox, AP.PIPE3
Assunto(s):Comunicação óptica  Fibra óptica  Circuitos FPGA 

Resumo

Este projeto visa o desenvolvimento de um sistema de comunicação de emergência obrigatório para ser instalado em estradas e rodovias. O produto a ser desenvolvido é um telefone cujo meio de transmissão são fibras ópticas. Este desenvolvimento é a continuação de pesquisa que vem sendo feita na OptoLink como apoio da FAPESP. No projeto PIPE anterior a este foram desenvolvidos instrumentos para fibras ópticas e conversores de mídia e sistemas para supervisão de redes de fibras. Em outro projeto PIPE a OptoLink desenvolveu componentes passivos que são usados nas redes de acesso. O estudo que fizemos de interfaces de comunicação resultou em um protótipo de telefone que utiliza todos os conceitos anteriormente desenvolvidos. Este trabalho tem os seguintes pontos focais: 1) Desenvolvimento do circuito eletrônico do call box; 2) Interface óptica pura transmissão de sinais em fibras ópticas monomodo de forma bidirecional; 3) Circuito concentrador (HUB) para gerenciar até 215 call boxes. Este produto será alimentado por uma unidade de energia elétrica usando célula solar. A OptoLink está solicitando recursos para fazer a finalização e integração dos elementos citados acima além do desenvolvimento de um encapsulamento mecânico em caixa hermética para serem instalados em estradas e rodovias. Teremos também um veículo equipado com instrumentos ópticos. Este veículo será usado para transportar os telefones de emergência, fazer medidas das redes ópticas em campo, emendas de cabos e terminação de fibras na instalação. Os pontos de instalação para testes serão definidos pela empresa administradora de estrada. Esta concessionária está dando apoio a este projeto e irá disponibilizar onde estes call boxes poderão ser submetidos a testes reais de campo. Este produto utilizará componentes de ponta como a tecnologia ARM e FPGA. Utilizará comunicação bidirecional em uma só fibra através de multiplexação em comprimento de onda (WDM). Usará tecnologia TOMA para transmissão de canais de voz e modulação FM. Estas características permitirão que os telefones sejam instalados em grandes distâncias, pois serão otimizados em relação a ruídos. Possibilitarão mais segurança aos usuários de estradas, pois a central de operação pode atender até três chamadas simultâneas. Finalmente terão menor custo para o cliente contribuindo com maior eficiência do sistema. Os estados estão passando concessões de operação de estradas e com isto exigem por lei que as concessionárias ofereçam serviços de segurança aos usuários. Um dos sistemas usados são os call boxes. A cada quilômetro é instalado um telefone de emergência para prestar socorro em caso de necessidade. Este desenvolvimento está sendo feito sob encomenda da maior empresa hoje operando no Brasil. Esta empresa é multinacional e opera estradas em outros países. Esta empresa assinou uma declaração de interesse nos resultados deste projeto e tem interesse em aportar recursos para a produção após o termino do desenvolvimento e testes. A OptoLink tem a oportunidade de se tornar um fornecedor para o mercado brasileiro e também para o mercado externo. A previsão de aquisição para os próximos três anos é de dois mil call boxes somente para esta concessionária. O preço estimado hoje é de dez mil reais para o nosso produto enquanto um importado custa de trinta a cinquenta por cento mais caro. (AU)

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