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Fragilidade e sua interface na regulação da homeostase da frequência cardíaca

Processo: 12/04146-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Anielle Cristhine de Medeiros Takahashi
Beneficiário:Anielle Cristhine de Medeiros Takahashi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Envelhecimento  Idoso fragilizado  Sistema nervoso autônomo  Frequência cardíaca  Homeostase  Fenótipo 

Resumo

A fragilidade é uma síndrome geriátrica distinta, com alta prevalência com o aumento da idade e associada com maior risco de desfechos adversos. Ela tem sido descrita como um estado clínico de vulnerabilidade ao estresse, resultado do declínio da resiliência e de reservas fisiológicas associadas ao envelhecimento. A hipótese do estudo é que o declínio nas interações dinâmicas entre os sistemas fisiológicos envolvidos na regulação da homeostase da frequência cardíaca (FC) estão relacionados com a fragilidade, sendo assim algoritmos não lineares de análise da variabilidade da FC seriam capazes de discriminar os indivíduos em risco de fragilização. Para isto serão avaliados os idosos inscritos na Unidade da Saúde da Familia do Jardim São Carlos (cerca de 740 indivíduos) que serão divididos em três grupos (frágeis, pré frágeis e não frágeis) de acordo com o fenótipo de fragilidade proposto por Fried et al (2001). Será coletado o eletrocardiograma por 10 minutos na postura supina, logo após será realizada a mudança postural ativa de supino para ortostatismo, permanecendo 10 minutos nesta posição. Serão utilizadas metodologias lineares (análise espectral), bem como não lineares (análise simbólica, entropia de Shannon, entropia condicional) para análise das séries de intervalos R-R. Com este estudo, espera-se fornecer dados relativos ao controle autonômico cardíaco no processo de fragilização, com a aplicação de algoritmos de caráter não linear e metodologia de menor custo, mais prática e de fácil acesso, possibilitando maior aplicabilidade clínica. (AU)