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Investigação dos fatores que potencialmente afetam a suscetibilidade de populações nativas de Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae) a toxinas Cry de Bacillus Thuringiensis

Processo: 12/20519-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ricardo Antonio Polanczyk
Beneficiário:Ricardo Antonio Polanczyk
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Pesq. associados:Alessandra Marieli Vacari ; Sergio Antonio de Bortoli
Assunto(s):Controle fitossanitário  Controle biológico de vetores  Toxinas bacterianas  Pragas de plantas  Insetos 

Resumo

Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae) é a praga mais importante de crucíferas em todo o mundo e tanto inseticidas sintéticos e biológicos são utilizados no seu controle. Os biopesticidas mais comuns utilizados para controlar P. xylostella são baseados na bactéria entomopatogênica Bacillus thuringiensis (Bt), mas existem relatos de variações na suscetibilidade a Bt entre diferentes populações de P. xylostella e elevados níveis de resistência no campo e laboratório. Recentemente, pesquisadores têm destacado que a composição da flora do intestino médio pode afetar a suscetibilidade de insetos ao Bt e algumas dúvidas sobre o modo de ação desta bactéria surgiram devido ao novo modelo proposto para a interação inseto x Bt, possivelmente envolvendo o gene ABCC2 como transportador da toxina nas microvilosidades apicais das células do intestino médio do inseto. O objetivo desta pesquisa é obter informações sobre esses fatores recentemente identificados que podem afetar a suscetibilidade dos insetos ao Bt (bactérias do intestino médio e que o transportador ABCC2) e investigar possíveis correlações entre estes, outros parâmetros fisiológicos, e a susceptibilidade de lagartas de cinco populações brasileiras de P. xylostella a três toxinas Bt (Cry1Ac, Cry1Ie Cry2Aa e), que possuem diferentes receptores no intestino médio deste inseto. (AU)

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