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Avaliação comparativa da diálise peritoneal contínua e da hemodiálise diária estendida na evolução de pacientes com injúria renal aguda

Processo: 08/52135-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2008 - 30 de abril de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:André Luís Balbi
Beneficiário:André Luís Balbi
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Lesão renal aguda  Diálise renal  Diálise peritoneal ambulatorial contínua  Sobrevida 

Resumo

A Injúria Renal Aguda é patologia freqüente em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva, com elevada mortalidade. O tratamento baseia-se em cuidados clínicos e, muitas vezes, na necessidade de diálise. Não há um método dialítico de escolha nesta patologia, havendo, porém estudos que mostram que os métodos contínuos são mais adequados que os métodos intermitentes. Os principais objetivos deste trabalho são avaliar, de modo prospectivo, 120 pacientes internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP com diagnóstico de Injúria Renal Aguda e submetidos a Diálise Peritoneal Contínua (60 pacientes) e a Hemodiálise Estendida Diária (60 pacientes) quanto a mortalidade e recuperação da função renal. Os grupos serão definidos por sorteio e a prescrição da diálise será feita pelo nefrologista. Para os pacientes submetidos à Diálise Peritoneal Contínua será prescrito Kt/V de 0.65 por sessão. Ao final de cada sessão, serão realizadas avaliações clínica, laboratorial e nutricional, além de calculadas as doses de diálise recebidas em cada método. Os critérios para suspensão deste protocolo serão a recuperação da função renal, mudança do método dialítico, ausência de recuperação da função renal após 30 dias de acompanhamento ou óbito do paciente. Ao final do estudo, os grupos serão submetidos a diferentes testes estatísticos, considerando como significativo em valor de 5%, sendo também realizada curva de sobrevida dos pacientes em cada grupo. (AU)