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Avaliação morfológica da musculatura paravertebral de ratos escolióticos tratados com alongamento

Processo: 12/51319-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Carlos Alberto da Silva
Beneficiário:Carlos Alberto da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências da Saúde. Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Instituto Educacional Piracicabano. Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Curvaturas da coluna vertebral  Escoliose  Diagnóstico precoce  Morfometria  Exercícios de alongamento muscular 

Resumo

A deformidade vertebral na escoliose tem instigado o desenvolvimento de muitas hipóteses focadas em fatores genéticos, esqueléticos, miogênicos, tóxicos ou químicos, mecânicos ou biomecânicos, neuro-hormonais e neurogênicos. Ao realizarmos uma revisão da literatura buscando métodos experimentais indutores de escoliose em ratos observamos poucas referências as quais estão listadas abaixo e diferenciam desta proposta por ter caráter invasivo se fundamentando na administraram beta-aminopropionitrila intraperitonial alterando os ligamentos vertebrais; alterações na cartilagem intervertebral de ratos; osteolatirismo farmacológico; separação mecânica das vértebras; trauma na coluna; estímulo elétrico unilateral; sutura nos músculos próximos às vértebras; pinealectomia e alterações nos condrócitos. A evolução do conhecimento gerado por trabalhos experimentais pode auxiliar no conhecimento e diagnóstico precoce auxiliando na prevenção de anormalidades estéticas, dor e complicações cardiopulmonares. Neste sentido, foi desenvolvida uma metodologia experimental que permitiu estudar os eventos decorrentes da escoliose, sem caráter invasivo. Na busca de auxiliar a minimizar as alterações escolióticas desenvolveu-se um programa de alongamento que mostrou-se eficiente na redução da curvatura e na recuperação quimiometabólica (no prelo). A proposta deste trabalho é aplicar uma órtese (colete de PVC) em ratos durante as fases iniciais de crescimento (pós-desmame) até a 12º semana de vida para a indução da escoliose e a seguir aplicar um protocolo de alongamento sendo posteriormente realizado um estudo morfométrico da musculatura paravertebral nas condições escoliose e alongado buscando aumentar as informações que justifiquem a aplicação desta metodologia de alongamento no tratamento da escoliose. (AU)