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Estimativa do sexo em crânios utilizando antropologia física e DNA

Processo: 12/21101-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2013 - 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Rogério Nogueira de Oliveira
Beneficiário:Rogério Nogueira de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Odontologia legal  Antropologia forense  Crânio  Dente  Antropometria  Amelogenina  DNA 

Resumo

O estudo da estimativa do sexo de ossadas é etapa importante no processo de identificação humana. No Brasil alguns estudos de validação têm sido feitos, mas a variedade de metodologias e as regiões anatômicas ainda sem avaliação é grande sendo, portanto necessário aumentar o arsenal de métodos de Antropologia Física disponíveis que passem por uma adequação a partir de coleções de crânios nacionais e/ou regionais . Neste trabalho, será aplicado um protocolo internacional (Forensic Data Bank) para as medidas quantitivativas, sendo que os resultados serão enviados a esse banco de dados para arquivamento. Já a medição qualitativa fez uso da metodologia de Walker (2008), utilizada em trabalho recente, envolvendo três populações diferentes, no qual foram selecionados cinco critérios morfológicos facilmente aplicáveis e impossíveis de serem mensurados quantitativamente, com nível de acerto de 88%. Mas a hipótese central do trabalho envolve a recuperação analise do material genético - amelogenina - a partir de dentes e/ou vértebras, uma vez que supomos que as analises de antropologia física serão mais efetivas do que a do DNA, mesmo sabendo que o DNA não precisar de validações regiões da amelogenia pois é a mesma em qualquer população sua recuperação a partir de material biológico degradado ou que esteve sujeito a fatores ambientais diminuirá a eficácia do método genético. O que temos então como objetivos são: 1) validação de métodos de antroplogia física à padrões regionais e sua divulgação num banco de dados internacional e 2) o confronto dessas metodologias de antropologia física com a do DNA supondo que indicie de acerto será maior nesses metodologias tradicionais (antropologia física). (AU)