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Efeito da inserção no pós-parto imediato do implante liberador de etonogestrel sobre a lactação, crescimento e desenvolvimento infantil

Processo: 13/00795-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2013 - 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Carolina Sales Vieira
Beneficiário:Carolina Sales Vieira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Eduardo Ferriolli ; Maria Beatriz Martins Linhares ; Rui Alberto Ferriani ; Silvana Maria Quintana
Assunto(s):Obstetrícia  Período pós-parto  Dispositivos anticoncepcionais  Etonogestrel  Lactação 

Resumo

Apesar do crescente número de usuárias de métodos contraceptivos, na última década, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 50% das gestações não são planejadas por vários motivos que vão desde a falta de acesso aos métodos contraceptivos até o uso incorreto dos mesmos. Medidas de planejamento familiar instituídas no pós-parto imediato podem ter grande impacto na reversão deste cenário, contribuindo não só para redução das gestações não planejadas, como também para o aumento do intervalo intergestacional. O implante liberador de etonogestrel (ENG) é um método reversível e de longa duração, proporciona altíssima eficácia e não requer intervenção constante da mulher para melhorar sua eficácia. Ele não afeta a lactação e nem a saúde do recém nascido quando inserido após quatro semanas do parto e há evidências ainda limitadas de que parece não afetar estes parâmetros quando inserido logo após o parto. A saúde materna já foi avaliada e parece não haver diferença se o implante é inserido imediatamente após o parto ou no período tradicionalmente recomendado (após 4 a 6 semanas do parto).O estudo pretende avaliar se existe alteração no volume de leite materno ingerido nas primeiras seis semanas pelos RNs cujas mães foram submetidas à inserção do implante liberador de ENG nas primeiras 24 a 48 horas do parto comparado a ausência de método contraceptivo em seis semanas após o parto. Além disto, pretende avaliar por 12 meses os efeitos maternos (metabólico, padrão de sangramento e satisfação) e neonatais (desenvolvimento e crescimento) do implante subdérmico liberador de ENG quando este é inserido precocemente versus a inserção após seis semanas. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
VIEIRA, CAROLINA SALES; DE NADAI, MARIANE NUNES; DE MELO PEREIRA DO CARMO, LILIAN SHEILA; BRAGA, GIORDANA CAMPOS; INFANTE, BRUNA FREGONESI; STIFANI, BIANCA M.; FERRIANI, RUI ALBERTO; QUINTANA, SILVANA MARIA. Timing of postpartum etonogestrel-releasing implant insertion and bleeding patterns, weight change, 12-month continuation and satisfaction rates: a randomized controlled trial. Contraception, v. 100, n. 4, p. 258-263, OCT 2019. Citações Web of Science: 0.
DE MELO PEREIRA CARMO, LILIAN SHEILA; BRAGA, GIORDANA CAMPOS; FERRIANI, RUI ALBERTO; QUINTANA, SILVANA MARIA; VIEIRA, CAROLINA SALES. Timing of Etonogestrel-Releasing Implants and Growth of Breastfed Infants A Randomized Controlled Trial. OBSTETRICS AND GYNECOLOGY, v. 130, n. 1, p. 100-107, JUL 2017. Citações Web of Science: 5.

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