| Processo: | 12/14971-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Samuel Porfirio Xavier |
| Beneficiário: | Samuel Porfirio Xavier |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Luiz Antonio Salata ; Paulo Tambasco de Oliveira |
| Assunto(s): | Próteses e implantes Implantes osseointegrados Transplante homólogo Mandíbula Histomorfometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise volumétrica | Enxerto Alógeno Fresco Congelado | histomorfometria | implantes | Mandíbula Atrófica | osso mineral bovino | Cirurgias avançadas em Implantodontia |
Resumo
A atrofia de rebordos residuais alveolares em região posterior de mandíbula é considerada uma das situações mais desafiadoras ao cirurgião no que se refere à sua reconstrução e instalação de implantes osseointegráveis. Diversas técnicas e materiais têm sido propostos e estudados para tentar solucionar este problema como: enxertos autógenos aposicionais, interposicionais, distração osteogênica, lateralização de feixe alveolar inferior e utilização de implantes curtos, entre outras. Cada técnica apresenta suas limitações e diferentes graus de morbidade. Em casos extremos de atrofia, quando o rebordo residual apresenta altura menor que 5 mm, não é possível instalar implantes curtos, realizar distração osteogênica ou enxerto interposicional. Nestas situações clínicas, as formas mais tradicionais de se instalar implantes na área seriam através de lateralização de nervo ou enxertia autógena com blocos autógenos, geralmente provindos da crista ilíaca. Ambas as técnicas trazem certo grau de morbidade ao paciente e aumentam o tempo cirúrgico. Como alternativa a essas técnicas, a enxertia com osso alógeno fresco congelado vem ganhando espaço em Implantodontia no Brasil nos últimos anos devido facilidade de obtenção em bancos músculo - esqueléticos, evitando assim os inconvenientes da remoção do enxerto autógeno. Outras vantagens para a utilização desta modalidade de enxerto são a redução do tempo cirúrgico, a facilidade de trabalho e a diminuição da morbidade trans e pós-operatória para o paciente. A literatura apresenta poucos estudos a respeito da incorporação, manutenção do volume e qualidade óssea após colocação dos enxertos ósseos alógenos frescos congelados em rebordos mandibulares extremamente atróficos. Objetivo: Avaliar o comportamento clínico, histológico, histomorfométrico e tomográfico de enxertos alógenos frescos congelados de Banco de Ossos, através de uma técnica diferenciada de enxertia para aumentos vértico-laterais de rebordos alveolares residuais mandibulares posteriores extremamente atróficos em humanos, permitindo assim a subsequente instalação de implantes osseointegráveis. Materiais e métodos: Serão operadas 15 hemi-mandibulas de pacientes que apresentem reabsorção crítica em região posterior do processo alveolar, com altura inferior a 5mm, que inviabilize a colocação de implantes. Será realizada a reconstrução do rebordo residual em altura e espessura utilizando bloco ósseo alógeno fresco congelado córtico-medular de epífise distal de fêmur, fixados com parafusos de titânio, recobertos com osso mineral bovino particulado (Bio-Oss®) e membrana de colágeno (Bio-Gide®). Após 6 meses, serão instalados implantes osseointegráveis na região operada, com remoção de amostra óssea para avaliação histológica e histomorfometrica. A região em estudo será submetida a exames tomográficos de feixe cônico em períodos pós-operatório imediato à enxertia óssea e pré-operatório à cirurgia de colocação de implantes, para análise de volume e densidade nos diferentes tempos experimentais. Os implantes inseridos terão sua estabilidade primária avaliada por medidas de torque, e serão avaliados quanto à osseointegração até a confecção das próteses. Os resultados serão submetidos a análise estatística ANOVA. (AU)
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