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Avaliação da osteointegração, da citotoxicidade in vitro e da toxicidade in vivo de cimentos esponjosos a base de polimetil metacrilato e de poliuretana de mamona

Processo: 12/18965-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2013 - 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Edgard Eduard Engel
Beneficiário:Edgard Eduard Engel
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Francisco José Albuquerque de Paula ; José Batista Volpon ; Laura Tiemi Okano ; Marcello Henrique Nogueira-Barbosa ; María Sol Brassesco Annichini ; Paulo Donato Frighetto
Assunto(s):Cirurgia ortopédica  Substitutos ósseos  Cimentos para ossos  Polimetil metacrilato  Ósseointegração  Regeneração óssea  Toxicidade 

Resumo

Introdução: Cimentos porosos absorvíveis ou não são uma alternativa em desenvolvimento no tratamento de grandes falhas ósseas. Sua produção pela mistura com os agentes efervescentes bicarbonato de sódio e ácido cítrico já foi estudada do ponto de vista físico, mas não se tem informações sobre o efeito do citrato liberado durante a reação formadora de bolhas de gás, sobre uma possível formação de outros reagentes tóxicos ou sobre a osteointegração in vivo. Os cimentos à base de poliuretana de mamona são reabsorvíveis e parecem bons candidatos à serem testados na forma porosa. Objetivo: Avaliar a formação de elementos tóxicos durante a produção dos cimentos porosos à base de polimetilmetacrilato (PMMA) ou poliuretana de mamona com os elementos efervescentes. Avaliar o efeito sobre a hemostasia do citrato produzido durante a reação entre os elementos efervescentes. Avaliar a capacidade de osteointegração destes cimentos. Materiais e métodos: Três tipos de cimento poroso serão produzidos pela mistura com elementos efervescentes e comparados entre si e com um controle: cimento de PMMA, poliuretana de mamona da marca Poliquil e da marca Bioósteo. Serão usados como modelos de experimentação as amostras de cimento para as avaliações laboratoriais, coelhos para avaliações de curto prazo (1 semana) e carneiros para avaliações de longo prazo (3 e 6 meses). Serão analisados: os componentes químicos após a reação, a toxicidade aguda in vitro em culturas de células, o efeito do citrato sobre a hemostasia em coelhos submetidos à implantação dos cimentos, a reação inflamatória provocada pelo cimento em coelhos (agudo) e carneiros (crônico), a toxicidade sistêmica crônica em órgãos de carneiros 6 meses após implantação e a osteointegração em falhas grandes criadas em carneiros em condições de sopio de carga.A avaliação da osteointegração será por histologia, histomorfometria e microtomografia computadorizada. (AU)