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Resistência à fratura de coroas provisórias unitárias anteriores implanto-suportadas: estudo in vitro

Resumo

A confecção da prótese provisória é um importante passo para um bom planejamento em reabilitações implanto-suportadas, sobretudo quando se trata de reabilitações com carga imediata em regiões anteriores. É importante que esta prótese seja de simples confecção e possua uma boa resistência à fratura. Para a confecção dessas próteses é comum utilizar uma faceta de dente de estoque em resina acrílica associada a outros materiais como a resina composta. Assim, neste trabalho é proposto avaliar o efeito de diferentes agentes de união e tratamentos de superfície sobre a resistência à fratura de coroas provisórias implanto-suportadas confeccionadas com facetas de dente de estoque em resina acrílica com resina composta para recobrir a porção lingual. Para isso, sete grupos experimentais (n=10) conforme o tratamento da superfície da faceta do dente de estoque serão testados: (1) Sem tratamento de superfície (controle); (2) Monômero de metil metacrilato; (3) Primer de metal; (4) Jateamento com óxido de alumínio (Al2O3) + Primer de metal (5) Jateamento com Al2O3 + Primer de metal + Monômero de metil metacrilato; (6) Sistema adesivo; (7) Jateamento com Al2O3 + Sistema adesivo. O ensaio mecânico de resistência à fratura será realizado com carga aplicada no terço médio da face palatina dos espécimes, entre o limite superior do cíngulo e borda incisal, com inclinação de 30º em relação ao longo eixo do implante. Os resultados obtidos deverão demonstrar qual o ponto mais frágil da prótese e qual o tratamento de superfície e agente de união é mais eficiente. Os dados serão armazenados em um software específico da máquina de ensaios universais MTS 810 (Material Test System, Edem Prairie, MN, USA) e posteriormente serão submetidos à análise estatística e interpretação. (AU)

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