| Processo: | 12/51190-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Comunicação |
| Pesquisador responsável: | Jerusa de Carvalho Pires Ferreira |
| Beneficiário: | Jerusa de Carvalho Pires Ferreira |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Cinema Cinema brasileiro Performance (arte) Criação artística Processo criativo Livros Publicações de divulgação científica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cinema Brasileiro | Cinema Da Transcriacao | Julio Bressane | Performance | Poetica Do Traduzir |
Resumo
Objetiva-se em analisar o cinema de Júlio Bressane como transcriação de signos da cultura, avaliando a interação entre três linguagens: pintura, literatura e música. O corpus compõe-se dos longas-metragens desde Brás Cubas (1985) até A Erva do Rato (2009). Voltando-se para quatro desses filmes como ponto de partida e depois percorrendo os demais, mira-se: a pintura, a partir de Filme de Amor (2003); a literatura, iniciando com Miramar (1997); e a música, desde O Mandarim (1995) e Dias de Nietzsche em Turim (2002). Foi escolhido como suporte de análise o conceito de transcriação elaborado por Haroldo de Campos. Num diálogo com textos de Henri Meschonnic, problematizo a passagem dessas linguagens ao cinema; e situo o debate em relação aos ensaios sobre a trajetória artística de Júlio Bressane. Em vez da análise cena a cena ou de trazer um filme de referência, como ocorre na maior parte da bibliografia sobre o cineasta, proponho um cotejo de sequências retiradas a partir de uma decupagem. O critério dessa divisão não é o que pintura, literatura e música dizem, mas o que constroem no sentido de dar o tom e o ritmo das explorações tradutórias de signos para o cinema. Vislumbra-se assim uma abordagem menos alheia à poética bressaneana e para fundar um conceito, interrogar o que pode vir a ser um cinema da transcrição. (AU)
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