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A intensidade do campo magnético terrestre durante o Neoproterozóico

Processo: 13/08862-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 01 de outubro de 2013 - 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica
Pesquisador responsável:Ricardo Ivan Ferreira da Trindade
Beneficiário:Ricardo Ivan Ferreira da Trindade
Pesquisador visitante: Melina Macouin
Inst. do pesquisador visitante: Géosciences Environnement Tolouse (GET), França
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Geomagnetismo  Neoproterozoico  Paleomagnetismo 

Resumo

As variações na intensidade do campo geomagnético são diretamente conectadas à evolução do Núcleo Terrestre e podem fornecer informações quanto à idade de formação do núcleo interno sólido e também sobre mecanismos fundamentais que controlam a estabilidade do campo magnético terrestre. No entanto, a informação disponível atualmente para o campo magnético durante o Precambriano é bastante escassa, em parte devido às dificuldades analíticas para a obtenção de dados de paleointensidade em rochas muito antigas usando o protocolo clássico de Thellier. R. Trindade (USP) e M. Macouin (GET-Toulouse) tem trabalhado em conjunto ao longo dos últimos 5 anos e também desenvolvido pesquisas independentes visando aprimorar as técnicas de obtenção de dados de paleointensidade em rochas Pré-cambrianas. Este estágio de 3 meses servirá para reforçar a colaboração entre os dois grupos em um tema de mútuo interesse. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MACOUIN, MELINA; ROQUES, DAMIEN; ROUSSE, SONIA; GANNE, JEROME; DENELE, YOANN; TRINDADE, RICARDO I. F. Is the Neoproterozoic oxygen burst a supercontinent legacy?. Frontiers in Earth Science, v. 3, 2015. Citações Web of Science: 4.

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