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Pesquisa de mutações de GRN e MAPT e dosagem plasmática de progranulina em casuística brasileira de pacientes com degeneração lobar frontotemporal

Processo: 13/01758-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2013 - 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Ricardo Nitrini
Beneficiário:Ricardo Nitrini
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Jessica Ruivo Maximino ; Leonel Tadao Takada ; Valéria Santoro Bahia
Assunto(s):Neurologia  Genética  Degeneração lobar frontotemporal  Demência frontotemporal  Mutação  Progranulina 

Resumo

As doenças do espectro clínico da degeneração lobar frontotemporal (DLFT) - variante comportamental da demência frontotemporal [vcDFT], afasia progressiva não fluente [APNF] e demência semântica [DS] - são a segunda causa mais frequente de demência em indivíduos com menos de 65 anos de idade e cerca de 10% dos pacientes têm história familiar com padrão autossômico dominante. Os principais genes associados às DLFTs são o gene da progranulina (GRN), o gene da proteína tau (MAPT) e o gene C9orf72. As mutações em GRN causam neurodegeneração por haploinsuficiência (com reduções nos níveis plasmáticos dessa proteína), e por isso mutações nesse gene têm sido consideradas modelo plausível de tratamento medicamentoso, com uso de drogas que aumentam os níveis de progranulina. Não há até o momento estudos genéticos em casuística brasileira de DLFT, e com a possibilidade de tratamento de formas genéticas em futuro próximo, o diagnóstico molecular dessas doenças é imperioso. Neste projeto propomos a pesquisa de mutações nos genes GRN e MAPT e dosagem dos níveis plasmáticos de progranulina em casuística brasileira de pacientes diagnosticados com DLFT por membros do grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nosso centro está capacitado para incluir pacientes com doenças pouco frequentes como as DLFTs. Objetivamos incluir 80 pacientes e 80 individuos controles, e realizar correlações clinico-genéticas nos casos com mutações. O estudo genético de DLFTs também nos permitirá no futuro colaborar com outras instituições de pesquisa, permitindo a expansão de um banco de DNA de pacientes com DLFTs. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
TAKADA, LEONEL T.; BAHIA, VALERIA S.; GUIMARAES, HENRIQUE C.; COSTA, THAIS V. M. M.; VALE, THIAGO C.; RODRIGUEZ, ROBERTA D.; PORTO, FABIO H. G.; MACHADO, JOAO C. B.; BEATO, ROGERIO G.; CESAR, KAROLINA G.; SMID, JERUSA; NASCIMENTO, CAMILA F.; GRINBERG, LEA T.; BRUCKI, SONIA M. D.; MAXIMINO, JESSICA R.; CAMARGOS, SARAH T.; CHADI, GERSON; CARAMELLI, PAULO; NITRINI, RICARDO. GRN and MAPT Mutations in 2 Frontotemporal Dementia Research Centers in Brazil. Alzheimer Disease & Associated Disorders, v. 30, n. 4, p. 310-317, OCT-DEC 2016. Citações Web of Science: 3.

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