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A participação dos cooperados na administração da cooperativa agrícola: uma análise da separação entre propriedade e controle e estruturas organizacionais

Processo: 93/04247-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 1993 - 31 de março de 1994
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Setores Específicos
Pesquisador responsável:Decio Zylbersztajn
Beneficiário:Decio Zylbersztajn
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cooperativismo  Cooperativismo agrícola  Estrutura organizacional  Autogestão 

Resumo

A complexidade organizacional implica em mudanças nas estruturas organizacionais, importantes nas cooperativas que diz respeito a questão da participação dos cooperados no seu gerenciamento. Quanto maior a complexidade da estrutura organizacional, maior é a necessidade de uma gerência especializada, fato este que ocasiona um maior ou menor grau de separação entre propriedade e controle. Sendo este um fator de complicação nas cooperativas agrícolas, uma vez que sua doutrina advoga a auto-gestão, o que retarda a profissionalização de seu quadro diretivo. A profissionalização da gerência pode ser analisada sob a ótica contratual, onde os cooperados exercem o papel de principal e a gerência o papel de agente. Relacionamento este que exige o estabelecimento de salvaguardas e um sistema de monitoramento, de forma a garantir que os interesses do principal seja respeitado pelo agente. A separação entre propriedade e controle nas cooperativas agrícolas será tratada aqui sob o suporte da teoria dos custos de transação, que considera todos os custos envolvidos na atividade de contratação, de monitoramento, de obtenção de informação e de correção de rumos. E, o conjunto destes custos está diretamente relacionado com a decisão de verticalização ou não das atividades. (AU)