Resumo
Os últimos estudos desenvolvidos em nosso laboratório demonstraram que as células betas das ilhotas pancreáticas expressam a enzima NAD(P)H oxidase e que a diminuição da sua atividade compromete seriamente o metabolismo da glicose, as oscilações do cálcio intracelular, bem como a secreção de insulina induzida pela glicose. A exposição crônica de ilhotas isoladas às altas concentrações de glicose, ácidos graxos, ou interleucinas induzem alterações da expressão da enzima NAD(P)H oxidase. Além da glicose, dos ácidos graxos e das citocinas, a angiotensina II (Ang Il) via receptor ATl, ativa a enzima NAD(P)H oxidase em ilhotas pancreáticas isoladas e altera a secreção de insulina. Dados recém-publicados do nosso laboratório demonstram que a produção de peróxido de hidrogênio (H202) pelas ilhotas isoladas é drasticamente diminuída após inibição da atividade da NAD(p)H. Temos ainda fortes indícios de que a ativação da via das pentoses fosfato durante o processo de secreção de insulina induzido pela glicose, desempenha papel preponderante na manutenção do equilíbrio do estado de óxido-redução (redox) das células betas pancreáticas. Há evidências da participação da NADPH oxidase na instalação da resistência periférica à insulina durante o envelhecimento, quadro este parcialmente revertido pelo tratamento com a desidroepiandrosterona (DHEA). Assim, pretendemos nos aprofundar no estudo da participação da NAD(p)H oxidase e do H202 sobre os mecanismos celulares que acoplam o metabolismo da glicose à secreção de insulina e a participação da Ang II, DHEA e melatonina na regulação da atividade da enzima. As células BRIN-BD11 e INS-1E, que possuem características fisiológicas próximas às das células beta de ratos, serão também utilizadas. (AU)
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