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DNA plasmático e urinário em pacientes com câncer de mama: possibilidade de um novo marcador de instabilidade genética tumoral induzida por quimioterapia

Processo: 05/00651-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2005 - 30 de novembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Auro del Giglio
Beneficiário:Auro del Giglio
Instituição-sede: Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Organização Social de Saúde. Fundação do ABC. Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia  Neoplasias mamárias  Marcadores genéticos  Instabilidade genômica  DNA  Quimioterapia 

Resumo

Pacientes com vários tipos de tumores sólidos como, por exemplo, portadoras de câncer de mama, têm um nível mais elevado de DNA livre no soro do que o encontrado em indivíduos saudáveis sem tumor (Silva et al., 2002b). Evidências na literatura corroboram a origem tumoral deste DNA encontrado no soro, através do estudo da presença de alterações específicas deste DNA e comparando-as com as presentes no DNA neoplásico como, por exemplo, o padrão de instabilidade de microssatélites presentes em marcadores específicos do DNA (Shao and Nguyen, 2002, Shaw et al., 2000a, Mayall et al., 1999). Estudo recente conduzido pelo nosso grupo demonstrou que regimes de quimioterapia antineoplásica, especialmente se contiverem agentes alquilantes em sua composição, podem induzir instabilidade de microssatélites na fração mononuclear do sangue periférico de pacientes com câncer de mama em paralelo à diminuição da expressão do gene de reparo hMSH2 detectada por imunohistoquímica (Fernando LA Fonseca, 2005c). Foi assim aventada a possibilidade de que este achado pudesse contribuir para a gênese de instabilidade genética em células normais do sangue - o que poderia se relacionar com futuros casos de mielodisplasia e leucemia aguda pós-quimioterapia (Fernando LA Fonseca, 2005b, Casorelli et al., 2003) - assim como no próprio tumor e, neste caso, contribuir para a gênese de resistência à quimioterapia. De fato, já se demonstrou que tumores ressecados de mulheres com câncer de ovário após tratamento quimioterápico com cisplatino e, portanto, resistentes a esta droga, freqüentemente exibem instabilidade de microssatélites, mesmo em casos sem evidência de instabilidade de microssatélites nos tumores primários pré-tratamento (Watanabe et al., 2001)... (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PINTO, JORGE L. F.; FONSECA, FERNANDO L. A.; MARSICANO, SARAH R.; DELGADO, PAMELA O.; SANT'ANNA, ALEKSANDRA V. L.; COELHO, PATRICIA G.; MAEDA, PATRICA; DEL GIGLIO, AURO. Systemic chemotherapy-induced microsatellite instability in the mononuclear cell fraction of women with breast cancer can be reproduced in vitro and abrogated by amifostine. Journal of Pharmacy and Pharmacology, v. 62, n. 7, p. 931-934, JUL 2010. Citações Web of Science: 6.

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