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Pequenas e médias empresas inovadoras são diferentes das não-inovadoras? Evidências a partir dos dados da Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC 2005)

Processo: 13/08774-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2013 - 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas
Pesquisador responsável:Edmundo Inácio Júnior
Beneficiário:Edmundo Inácio Júnior
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Cristiano Morini ; Fernando Antonio Prado Gimenez
Assunto(s):Desempenho organizacional  Inovação organizacional  Pequenas e médias empresas  Empreendedorismo  Indicadores de ciência, tecnologia e inovação 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Desempenho Organizacional | Indicadores de inovação | Pequenas e médias empresas | Desempenho organizacional

Resumo

O presente projeto trata do estudo de um tema e objeto de investigação específicos do empreendedorismo. O tema refere-se ao empreendedorismo tecnológico, que de sua ação tem-se como resultado a introdução no mercado de novos produtos e serviços produzidos por empresas nascentes de base tecnológica (EBTs). O objeto refere-se ao recorte das empresas, tratando-se somente do estudo das pequenas e médias empresas (PMEs) industriais brasileiras, que segundo classificação internacional da União Europeia são aquelas com até 249 pessoas ocupadas. Da ação empreendedora, espera-se como resultado, entre outros, a criação de empresas que gerem valor, seja esse valor nas dimensões econômica, social ou ambiental. Essa assertiva está fortemente relacionada à noção de que a inovação tecnológica é cada vez mais vista como o fator-chave para a competitividade de um país, tanto nacional quanto internacionalmente, e para tanto, necessita fazer parte da estratégia competitiva das empresas. Particularmente no Brasil, as estatísticas revelam que apesar do grande número de PMEs, elas contribuem muito pouco com a geração de empregos formais e com a riqueza produzida, medida em termos de receita líquida de vendas, se comparadas, por exemplo, com as estatísticas dos países membros da União Europeia. Além desse fato, no Brasil, há poucos estudos que apresentem de forma sistemática os resultados que a ação do empreendedor tecnológico gera. Muitos são os estudos que mapeiam e analisam as empresas de base tecnológica (EBTs), que consideramos aqui o resultado da ação empreendedora desses empreendedores tecnológicos. Mas essas pesquisas estão alicerçadas em estudos de casos, amostras estaduais e quando se referem a amostras nacionais, o fazem para todo o conjunto de empresas (grandes, médias e pequenas). Tendo em vista algumas dessas limitações acima apontadas, este projeto tem como propósito realizar um estudo de âmbito nacional com as PMEs industriais brasileiras, com o objetivo de trazer novas evidências empíricas sobre os resultados da ação do empreendedor tecnológico em comparação a sua contraparte, o não tecnológico ou tradicional, classificando suas empresas em dois grandes grupos, as empresas tradicionais e as empresas empreendedoras, ou seja, as que criam e lançam no mercado novos produtos e processos por meio da inovação tecnológica. As análises terão como base os micro-dados das pesquisas nacionais, levadas a cabo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conhecidas como PINTEC - Pesquisa de Inovação Tecnológica e PIA-Empresa - Pesquisa Industrial Anual da Empresa. (AU)

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