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Apraxias de fala e orofacial na Doença de Alzheimer

Processo: 13/12557-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de agosto de 2013 - 31 de janeiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Thaís Soares Cianciarullo Minett
Beneficiário:Thaís Soares Cianciarullo Minett
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neurologia  Doença de Alzheimer  Apraxias  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 

Resumo

A Doença de Alzheimer (DA) afeta a memória e outra função cognitiva, como orientação, linguagem, praxia, atenção, percepção visual ou função executiva. Muitos estudos sobre a comunicação oral na DA abordam a afasia, no entanto, as apraxias orofacial e de fala também estão presentes nestes pacientes. O objetivo do estudo foi investigar a presença das apraxias de fala e orofacial em pacientes com DA com a hipótese de que a gravidade da apraxia se correlaciona com a gravidade da demência. Noventa idosos em diferentes estágios da DA (leve, moderado e grave) foram avaliados com: Clinical Dementia Rating, Mini Exame do Estado Mental, Índice Lawton, avaliação específica das praxias e subteste de agilidade oral de Boston. A média de idade foi de 80.2±7.2 e 73% eram mulheres. Pacientes com DA tiveram escores significamente piores que controles normais para praxia de fala (diferença entre as médias = -2.9, 95% intervalo de confiança (IC)= -3.3 a -2.4) e praxia orofacial (diferença entre as médias = -4.9, 95% IC= -5.4 a -4.3). Apraxia orofacial (X²(2)= 38.9, p<0.001) e apraxia de fala (X²(2)= 19.4, p<0.001) aumentaram com a progressão da doença. Concluiu-se que apraxias de fala e orofacial foram evidentes em pacientes com DA e pioraram com a progressão da doença. (AU)