| Processo: | 13/11592-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia |
| Pesquisador responsável: | Marko Synésio Alves Monteiro |
| Beneficiário: | Marko Synésio Alves Monteiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Ciência, tecnologia e sociedade Políticas públicas Sensoriamento remoto Recursos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antropologia da Ciência e da Tecnologia | Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia | Gestão de recursos naturais | Politicas Públicas | relação ciência e política | Sensoriamento Remoto | Antropologia da Ciência e da Tecnologia |
Resumo
Esse projeto de pesquisa tem como objetivos principais: a) investigar as relações entre ciência, tecnologia e políticas públicas na área de monitoramento do território; e b) consolidar e ampliar a infraestrutura de pesquisa do Grupo de Estudos Interdisciplinar de Ciência e Tecnologia (GEICT). Dando continuidade a uma trajetória iniciada em 2009, financiada por um projeto Jovem Pesquisador da FAPESP, esse projeto de pesquisa busca aprofundar a investigação sobre as práticas de produção de conhecimento por meio do sensoriamento remoto no Brasil, incluindo uma variável pouco explorada na etapa anterior: a relação do conhecimento produzido com a formulação e implementação de políticas públicas. A pergunta geral que orienta o projeto é: Como compreender a complexidade das formas pelas quais conhecimentos técnico-científicos são incorporados (ou não) por agentes ligados às políticas públicas no Brasil? As perguntas específicas da pesquisa são: 1) como os conhecimentos produzidos a partir de tecnologias de sensoriamento remoto são incorporados nas políticas públicas sobre manejo do território e de recursos naturais? 2) Qual a relação dos agentes que formulam e implementam políticas, por sua vez, com os cientistas e o conhecimento técnico sobre o território? Tais perguntas, oriundas das minhas investigações a respeito do sistema de monitoramento do desmate pelo INPE, buscam esclarecer melhor as interfaces entre conhecimento científico e infraestruturas tecnológicas complexas com as formas pelas quais o estado e seus atores pensam, formulam e buscam implementar políticas relativas ao território e seus recursos naturais. (AU)
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