| Processo: | 13/13190-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Severino Matias de Alencar |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Pesquisadores associados: | Pedro Luiz Rosalen |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 14/50235-7 - SMARTHEALTH: composição química e potencial bioativo de frutas nativas e fungos comestíveis, AP.R |
| Assunto(s): | Frutas Extratos vegetais Composição química Compostos fenólicos Antioxidantes Anti-inflamatórios Bioatividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade biológica | composição fenólica | frutas nativas | Atividade biológica de compostos naturais |
Resumo
A aplicação de ingredientes naturais em alimentos, fármacos e cosméticos tem se tornado uma tendência mundial e despertado o interesse da comunidade científica e de indústrias quanto à investigação fitoquímica e aplicação tecnológica de extratos vegetais, sobretudo aqueles ainda subexplorados. Considerando a biodiversidade brasileira, seu potencial de aproveitamento e a necessidade de um modelo de desenvolvimento econômico sustentável, pesquisas envolvendo produtos genuinamente nacionais assumem uma importância significativa. Nesse sentido, destacam-se as frutas nativas que na maioria das vezes estão restritas às comunidades onde a disseminação ocorre espontaneamente. O consumo regular de frutas, e seus compostos fenólicos, tem sido relacionado à menor incidência de patologias desencadeadas pelo estresse oxidativo como câncer, diabetes, enfermidades cardiovasculares, bem como processos inflamatórios. A crescente preocupação com o uso de antioxidantes sintéticos em alimentos também sugere a necessidade de estudos sobre a composição química e atividade antioxidante destas espécies vegetais. Portanto, este trabalho tem como objetivo avaliar a composição fenólica e o potencial antioxidante in vitro e a atividade anti-inflamatória in vivo de frutíferas nativas brasileiras (polpa, casca, semente de frutos e folhas), ampliando assim as informações disponíveis sobre a composição bioativa, na expectativa de que estes resultados propiciem avanços no conhecimento, contribuam para a preservação da flora nativa e gerem renda aos pequenos produtores. (AU)
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