| Processo: | 13/14788-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Bruno Rodrigues |
| Beneficiário: | Bruno Rodrigues |
| Instituição Sede: | Faculdade de Educação Física (FEF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Maria Claudia Costa Irigoyen |
| Assunto(s): | Treinamento físico Infarto do miocárdio Isquemia miocárdica Sistema nervoso autônomo Colinérgicos Brometo de piridostigmina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estimulação Colinérgica | função autonômica | Função cardíaca | infarto do miocárdio | Inflamação | treinamento físico | Fisiologia do Exercício; Reabilitação Cardiovascular |
Resumo
O desarranjo do sistema nervoso autonômico tem sido associado a um aumento do perfil inflamatório e, juntamente com as alterações na função ventricular, conduz a altas taxas de mortalidade em pacientes após o infarto do miocárdio (IM). Os benefícios cardiovasculares, imunológicos e autonômicos do treinamento físico (TF) agudo e crônico têm levado muitos investigadores a sugerirem esta ferramenta como uma conduta não farmacológica importante no tratamento e prevenção do IM. Por outro lado, a administração brometo de piridostigmina (PIR), um fármaco que inibe a ação da acetilcolinesterase, vem demonstrando efeitos positivos na função autonômica de indivíduos saudáveis e em pacientes coronarianos (em resposta ao exercício). No entanto, associações entre estas estratégias, TF e PIR, na prevenção e no tratamento das alterações autonômicas, funcionais e imunes provocadas pelo IM têm sido pouco estudadas e merecem atenção. Dessa forma, o objetivo geral do presente estudo será investigar os efeitos do TF (aeróbico e resistido) associado à administração de PIR, previamente e após o IM, nas alterações cardíacas, autonômicas e funcionais de ratos. Além disso, será verificado o impacto dessas intervenções nas respostas inflamatórias sistêmicas e teciduais de ratos infartados. Pautado na subdivisão logística de 3 subprojetos, a realização desse estudo poderá ter um impacto clínico relevante, esclarecendo mecanismos de prevenção e/ou atenuação dos efeitos adversos de um evento isquêmico. (AU)
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