| Processo: | 13/08969-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Holthausen Campos |
| Beneficiário: | Alexandre Holthausen Campos |
| Instituição Sede: | Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Cardiologia Aterosclerose Doenças vasculares periféricas Proteínas morfogenéticas ósseas Proteínas quimioatraentes de monócitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aterosclerose | Bmp | Células de musculatura vascular | Inflamação | monócito | Trasgênicos | Cardiologia |
Resumo
A aterosclerose (ATS) é uma doença crônica da parede arterial e uma das principais causas de morte no mundo. Monócitos e macrófagos, juntamente com células musculares lisas vasculares (CMLVs), possuem papéis cruciais em todos os estágios da aterogênese. As bone morphogenetic proteins (BMPs) têm sido associadas a diferentes alterações durante a progressão da ATS, como indução de calcificação vascular e inflamação. Dados preliminares deste laboratório demonstraram que BMP-2 e -4, assim como Gremlin, um antagonista de BMPs, encontram-se suprarregulados em lesões ateroscleróticas de camundongos deficientes para Apolipoproteína E. Além disso, CMLVs primárias superexpressam estes genes em fase precoce do desenvolvimento da ATS, quando placas ainda não são detectáveis por análise histológica convencional. Adicionalmente, BMPs e Gremlin exerceram modulação sobre a quimioatração de monócitos induzida por CMLVs. Porém, o mecanismo pelo qual a sinalização de BMP e Gremlin atua no recrutamento destas células na fisiopatologia da ATS permanece desconhecido. Este estudo dá continuidade à investigação em curso. São elencados experimentos in vitro e in vivo em modelo murino de aterosclerose. Além disso, estudo histológico e bioquímico a partir de amostras de pacientes com doença vascular periférica é proposto. Pretende-se compreender melhor os mecanismos envolvidos na quimioatração de monócitos induzida por BMPs. Ao mesmo tempo, por diferentes abordagens em camundongos e humanos, tentaremos identificar as consequências dos fenômenos observados no desenvolvimento da doença. (AU)
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