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Alternative translation mechanisms in health and disease

Processo: 13/50377-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2013 - 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Convênio/Acordo: Consórcio de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa (CALDO)
Pesquisador responsável:Beatriz Amaral de Castilho
Beneficiário:Beatriz Amaral de Castilho
Pesq. responsável no exterior: Martin Holcik
Instituição no exterior: University of Ottawa (uOttawa), Canadá
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/52047-5 - Regulação traducional mediada por EIF2 em eucariotos, AP.TEM
Assunto(s):Biossíntese de proteínas  Ribossomos  Fatores de iniciação em eucariotos 

Resumo

Regulação da tradução permite plasticidade às células para responderem rapidamente a mudanças do meio externo. A tradução consome 50% da energia celular; não surpreende portanto que a síntese proteica seja fortemente regulada. Em muitos processos celulares aberrantes, a maquinaria traducional e a produção de proteínas são modificadas. Isto ocorre por exemplo em resposta a vários tipos de estresses celulares e doenças, como câncer e neurodegeneração. A tradução global é reduzida em resposta à maioria, senão a todos, os estresses celulares. Esse evento, notavelmente, é acompanhado do aumento na síntese de algumas proteínas específicas, necessárias para a sobrevivência celular. Estas usam, em geral, formas alternativas de início de tradução, envolvendo um "bypass" de pequenas fases abertas de leitura (uORF) ou o uso de sítios internos de ligação do ribossomo (IRES). O laboratório de Dr. Holcik investiga mecanismos de tradução dependentes de IRES. O laboratório de Dra. Castilho estuda GCN2, uma quinase ativada por estresses, que inibe tradução global, e seu regulador negativo, IMPACT. O objetivo desta proposta é investigar a reprogramação traducional controlada por GCN2/1MPACT. Esta proposta baseia-se no mútuo interesse de compreender mecanismos de tradução seletiva. A experiência dos dois grupos permitirá o estabelecimento de colaboração produtiva que poderá elucidar eventos moleculares necessários para células e organismos adaptarem-se a perturbações fisiológicas. (AU)

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