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Citoadesão esplênica de Plasmodium na infecção malária

Processo: 13/19667-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 18 de novembro de 2013 - 05 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Fabio Trindade Maranhão Costa
Beneficiário:Fabio Trindade Maranhão Costa
Pesquisador visitante: Rogerio Amino
Inst. do pesquisador visitante: Institut Pasteur, França
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/16525-2 - Plasmodium vivax: patogênese e infectividade, AP.TEM
Assunto(s):Plasmodium  Malária 

Resumo

Os sintomas da malária são uma consequência dos ciclos de invasão das células vermelhas do sangue pelo parasita. Uma das características das células vermelhas do sangue infectado é a sua capacidade para citoaderir in vitro em células endoteliais (CE) da microvasculatura. Estudos in vivo tendem a analisar o acúmulo de retenção de parasitas em diversos órgãos, de maneira que a citoaderência só pode ser indiretamente inferida. Portanto, direta evidências in vivo de parasita citoaderido a CE ainda permanece por ser descoberto, bem como, a sua relação causal entre o sequestro e patogenia. Recentemente, utilizando modelo de malária de roedores, foi mostrado uma acumulação nos pulmões e nos tecidos adiposos de que glóbulos vermelhos infectados, formas maduras (miRBC), e que este padrão não foi observado em camundongos deficientes para o CD36, um ligante envolvido na ligação do parasita a CE. A hipótese mais provável sobre o papel de sequestro miRBC sugere que a capacidade adesiva do parasita à microvasculatura de órgãos esta relacionada ao escape do parasita a depuração mediada pelo baço. Sendo sentido, em colaboração com o grupo do Dr. Fabio Costa da UNICAMP, pretendemos determinar se o acúmulo de parasitas do baço é devido a uma retenção mecânica ou, alternativamente, baseia-se na citoaderência do parasita às células endoteliais do baço. Em uma segunda etapa, pretende-se seguir estes parasitas no baço em um estudo longitudinal para determinar se estão sendo depurados ou, inversamente, se estão desenvolvendo no baço. (AU)