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Alterações mamográficas em mulheres que vivem com HIV/AIDS

Processo: 13/02073-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Lenice Do Rosário de Souza
Beneficiário:Lenice Do Rosário de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados: Alexandre Naime Barbosa
Assunto(s):Infectologia  AIDS  HIV  Antirretrovirais  Linfócitos T CD4-positivos  Metabolismo  Mamografia 

Resumo

O exame de mamografia é um exame de imagem recomendado para o rastreamento de alterações do parênquima mamário de pacientes assintomáticas e apresenta sensibilidade entre 88% e 93,1% e especificidade entre 85% e 94,2% e sua utilização como método de rastreamento reduz a mortalidade em 25%. A partir do ano de 2004 o Ministério da Saúde publicou o "Controle do Câncer de Mama: Documento de Consenso" que passou a recomendar o exame clínico das mamas a partir dos 40 anos de idade, a mamografia para mulheres entre 50 e 69 anos de idade com intervalo máximo de dois anos entre os exames e o exame clínico e o mamográfico anual a partir dos 35 anos para mulheres do grupo de risco. A infecção pelo HIV aliada à terapia antirretroviral causam alterações metabólicas e na redistribuição da gordura corporal, alterando diversos tecidos. Dentre eles, o tecido mamário além de albergar o vírus sofre também o processo de hipertrofia. Esse estudo pretende avaliar se há maior prevalência ou não de alterações mamográficas em pacientes que vivem com HIV comparado com população semelhante, mulheres soronegativas para o vírus. (AU)