Resumo
O início da estação chuvosa na Amazônia apresente uma grande variabilidade espacial e temporal, e também um forte impacto na variabilidade da distribuição de aerossóis, funcionamento de ecossistemas, duração estação seca, fogo e fluxos de carbono, agricultura e geração de energia hidroelétrica. Mudanças na duração da estação seca e uma intensificação da resiliência da estação seca devido a fertilização do CO2 são dois fatores importantes de mudança climática e na determinação do Amazon die back o colapso da floresta Amazônica a meados do Século XXI. Duas grandes secas tem acontecido na Amazônia durante os últimos 20 anos (2005 e 2010) e a duração da estação seca tem aumentado pelo menos um mês. Porém, avaliações dos modelos climáticos do CMIP3 e CMIP5 sugerem que muitos destes modelos subestimam a variabilidade observada do início da estação chuvosa e consequentemente na duração da estação seca, e projetam virtualmente não mudanças nessas variáveis quando os modelos são forçados com uma forçante intensa de gases de efeito estufa no cenário de emissões RCP8.5. Porque os modelos subestimam a variabilidade do início da estação chuvosa, e ser que esse viés pode dar lugar a uma subestimativa da sensibilidade climática da duração da estação seca devido a forçante radiativa antropogênica? isso ainda permanece pouco conhecido. Esta proposta está dirigida a explorar o uso das medições a ser fornecidas pelos experimentos de campo GoAmazon e CHUVA, juntamente com o uso de modelos climáticos globais e regionais, para explicar os processos que contribui na subestimativa da variabilidade modelada do início da estação seca, com foco nos modelos WRF e CESM usados por investigadores de USA, e do modelos Eta e BESM (Brazilian Earth System Model) usados pelos parceiros brasileiros do INPE. (AU)
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