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Melanoma B16-F10 em camundongos sobreviventes à sepse: papel de macrófagos associados ao tumor

Processo: 13/14228-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2013 - 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Eduardo Magalhães Rego
Beneficiário:Eduardo Magalhães Rego
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Daniele Carvalho Bernardo Nascimento ; Fernando de Queiroz Cunha ; José Carlos Farias Alves Filho ; José Maurício Segundo Correia Mota ; Raphael Gomes Ferreira ; Virgínia Mara de Deus Wagatsuma
Assunto(s):Oncologia  Microambiente tumoral  Melanoma  Sepse  Linfócitos T reguladores  Macrófagos  Expressão gênica  Resposta imune 

Resumo

O reconhecimento de que pacientes desenvolvem imunossupressão no pós-sepse tem elevado o interesse acerca desse fenômeno. Recentemente, foi demonstrado o papel crucial de linfócitos T reguladores (Tregs), assim como de citocinas antiinflamatórias e ativação alternativa de macrófagos. Nessa fase pode ocorrer expansão de tumores, possivelmente piorando o desfecho de pacientes com câncer que desenvolvem sepse. Macrófagos associados ao tumor (TAM) são peças-chave na orquestração de escapes imunológicos e promoção decrescimento tumoral, sendo preditor de mau prognóstico em muitos tipos de câncer. Nossa hipótese é de que pode haver expansão tumoral no pós-sepse por mecanismo dependente de maior infiltração por TAM. Para testar essa hipótese, induziremos sepse através de modelo de ligadura e punção cecal em camundongos C57. No 15º dia após o procedimento, animais sobreviventes ou naïve serão inoculados por via subcutânea com inóculos de melanoma B16-F10-luc. O crescimento tumoral será avaliado por medição do volume tumoral e bioluminescência. No D21 após a inoculação em animais pós-sepse ou naïve, macrófagos tumorais serão isolados para extração de RNA e análise de expressão gênica por microarranjo. Genes representativos diferencialmente expressos serão confirmados por RT-PCR. Adicionalmente, realizaremos co-inoculação de macrófagos indiferenciados derivados de medula óssea de animais pós-sepse ou naïve com células tumorais para avaliar a participação de macrófagos do pós-sepse na possível expansão tumoral. Os dados serão analisados no programa GraphPad Prism 3.0. Serão consideradas estatisticamente significantes diferenças de P<0,05. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MOTA, JOSE M.; LEITE, CAIO A.; SOUZA, LUCAS E.; MELO, PAULO H.; NASCIMENTO, DANIELE C.; DE-DEUS-WAGATSUMA, VIRGINIA M.; TEMPORAL, JESSICA; FIGUEIREDO, FLORENCIO; NOUSHMEHR, HOUTAN; ALVES-FILHO, JOSE C.; CUNHA, FERNANDO Q.; REGO, EDUARDO M. Post-Sepsis State Induces Tumor-Associated Macrophage Accumulation through CXCR4/CXCL12 and Favors Tumor Progression in Mice. CANCER IMMUNOLOGY RESEARCH, v. 4, n. 4, p. 312-322, APR 2016. Citações Web of Science: 11.

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