| Processo: | 13/11835-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | José Guilherme Vartanian |
| Beneficiário: | José Guilherme Vartanian |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Otorrinolaringologia Esvaziamento cervical Nervo frênico Paralisia respiratória Testes de função respiratória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esvaziamento Cervical | Nervo Frênico | paralisia diafragmática | Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia |
Resumo
A lesão de nervo frênico é uma possível complicação das cirurgias de esvaziamento cervical que pode resultar em paralisia diafragmática. A possibilidade de complicações respiratórias deve ser sempre considerada após essas cirurgias, especialmente em pacientes com algum comprometimento prévio da função respiratória. Nas lesões unilaterais, mesmo assintomáticas, é um fator potencial para complicações pulmonares caso não seja diagnosticada precocemente e devidamente tratada. O Objetivo é avaliar a incidência de paralisia diafragmática após esvaziamento cervical, e sua possível implicação na função pulmonar no curto prazo nos pacientes tratados na instituição. Estudo prospectivo incluindo pacientes com câncer de cabeça e pescoço submetidos a cirurgia de esvaziamento cervical que inclua os níveis III, IV e V com avaliação pré, pós-imediata e após 30 dias da cirurgia. A avaliação incluirá a realização de teste de força muscular respiratória (SNIP e pressão inspiratória máxima), ultrassonografia para avaliar a espessura e excursão do diafrágma e radiografia simples de tórax. Espera-se detectar a eventual ocorrência desta complicação na população de pacientes tratados na instituição e sua possível implicação clínica. Caso seja detectada esta alteração e ela se mostre clinicamente significativa, principalmente no pós-operatório imediato, medidas de prevenção e tratamento específico podem ser estabelecidas como rotina na instituição, com intuito de minimizar sua ocorrência e sequela. (AU)
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