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Adição de células-tronco mesenquimais derivadas de tecido adiposo em conduto de fibrina na regeneração de nervo periférico comparada ao tratamento padrão em modelo experimental de ratos

Processo: 13/10380-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:José Carlos Marques de Faria
Beneficiário:José Carlos Marques de Faria
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Cesar Isaac ; Marco Vinicius Losso Longo
Assunto(s):Neurologia  Nervos periféricos  Regeneração nervosa  Transplante autólogo  Células-tronco mesenquimais  Tecido adiposo  Fibrina 

Resumo

Os nervos periféricos são responsáveis pela interação entre o sistema nervoso central e as extremidades. Eles podem ser lesados por traumas, por invasão tumoral, por ressecções cirúrgicas entre outras, e essas lesões causam deficiências nos órgãos alvos. O tratamento de lesões de nervo periférico ainda é um desafio para medicina. O tratamento padrão para lesões com defeitos nervosos que não podem ser suturados primariamente é a enxertia de nervo autólogo. Porém este método carece de resultados satisfatórios e gera uma déficit na área doadora. Várias opções já foram estudadas como alternativas ao enxerto de nervo entre elas: enxerto veia, enxerto de alógeno e condutos aloplásticos. O uso de células mesenquimais para regeneração nervosa representa uma nova tática para reconstrução de nervos periféricos, e apresenta resultados promissores na literatura. Vários estudos demonstraram que o uso de células tronco derivadas de tecido adiposo (ADSC) em condutos aloplásticos apresentam resultados animadores na regeneração neural. Ainda não foi comparado na literatura a adição de ADSC em conduto aloplástico com o tratamento padrão vigente - o enxerto de nervo autólogo.Este estudo tem por objetivo comparar a regeneração nervosa em nervo ciático de ratos. Serão avaliados conduto de fibrina, conduto de fibrina com adição de ADSC e o enxerto de nervo autólogo (tratamento padrão). A recuperação funcional será aferida pelo o método "walking track" e a regeneração histológica através de microscopia óptica. (AU)

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