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Efeito da inoculação de probiótico in ovo sobre a morfometria intestinal e controle de Salmonella enteritidis

Resumo

Um pré experimento será realizado em um incubatório de uma empresa matrizeira do Estado de São Paulo, onde ovos serão inoculados no 180 dia com e sem probiótico usando como diluente a vacina de Marek e aplicada por meio de injetoras da marca Embrex. No nascimento, serão avaliados os pesos dos pintos, eclodibilidade, mortalidade. Além disso, será realizada a avaliação da Biometria de 15 aves/tratamento, sendo que destas, 5 aves/tratamento serão utilizadas para a análise histomorfologica e microbiológica (Controle de Salmonella). Os tratamentos serão os seguintes: T1: pintos provenientes de ovos inoculados apenas com a vacina de Marek; T2: pintos provenientes de ovos inoculados com vacina de Marek contendo probiótico e T3: pintos provenientes de ovos inoculados apenas com vacina de Marek e pulverizados após a seleção com solução contendo probiótico comercial (o mesmo utilizado para a inoculação in ovo). O experimento de campo será conduzido em galpão experimental da FMVZ-UNESP/Botucatu, utilizando-se 960 pintos de um dia machos da linhagem Cobb®, alojados com densidade populacional de 12 aves/m², por 42 dias. O arraçoamento será dividido em quatro fases: pré-inicial (1-7 dias), inicial: (8-21 dias), crescimento (22-35 dias) e final (36-42 dias). O delineamento experimental será o inteiramente casualizado com 3 tratamentos e 8 repetições (boxes) de 40 aves cada. Aos 7, 21, 35 e 42 dias será avaliado o efeito do probiótico sobre Biometria e Histomorfologia Entérica, Microscopia Eletrônica de Varredura do Ceco e Desempenho. No teste de desafio com Salmonella, 45 aves serão alojadas em um delineamento inteiramente casualizado em 3 baterias com 15 aves cada, no infectório do Departamento de Patologia da FMVZ, sendo utilizados os mesmos tratamentos do experimento de campo. As aves serão desafiadas no 3º dia de vida por meio de inoculação oral de amostra de Salmonella enterica subespécie enterica sorotipo Enteritidis, sorotipada e fagotipada pelo Instituto Adolfo Lutz em São Paulo -SP, mutante resistente ao ácido nalidíxico (Nal) e rifampicina (Rif), desenvolvida através de cultivos sucessivos em ágar verde brilhante (AVB) contendo ácido nalidíxico (100g/mL de meio) e rifampicina (100g/mL de meio), conforme ANDREATTI FILHO et al, 1997, para facilitar posterior enumeração bacteriana. Aos 7, 21 e 35 dias será avaliado o efeito do probiótico sobre Biometria e Histomorfologia Entérica, Microscopia Eletrônica de Varredura do Ceco, Desempenho e Controle de Salmonella. (AU)