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Escravidão e política, Brasil Cuba, 1790-1850

Processo: 13/50786-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no exterior
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História da América
Pesquisador responsável:Rafael de Bivar Marquese
Beneficiário:Rafael de Bivar Marquese
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Escravidão  Política e governo  Brasil  Período Colonial (1500-1822)  Cuba  Império Espanhol 

Resumo

O livro tem por objeto as relações entre escravidão e política no Brasil e em Cuba entre as décadas de 1790 e 1850, isto é, dos projetos escravistas da ilustração luso-brasileira e hispano-cubana de fins do século XVIII à abolição efetiva do tráfico transatlântico de escravos para o Brasil. Ele examina o conjunto dos argumentos e das estratégias políticas favoráveis ao tráfico transatlântico e à escravidão negra que sustentaram o projeto político dos senhores de escravos brasileiros e cubanos e seus representantes nos contextos do impacto da Revolução de Saint-Domingue, das experiências constitucionais ibéricas das décadas de 1810 e 1820, das experiências parlamentares até meados do século XIX e de outras situações nas quais se debateu o problema da instituição escravista. O livro analisa a integração histórica que houve entre esses argumentos e estratégias, isto é, como os enunciados ideológicos emitidos nos marcos do Império do Brasil e do império espanhol - ao qual Cuba pertenceu até 1898 - e as ações políticas a eles articulados fizeram parte de um processo histórico mais amplo de construção da ordem liberal. O livro é resultado do Projeto Temático FAPESP "A fundação do Estado e na nação brasileiros, c. 1750-1850" desenvolvido entre 2004 e 2009. (AU)

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