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Microambiente imune no carcinoma papilífero de tireóide e sua relação com fatores prognósticos clínico-patológicos e sobrevida

Processo: 13/22094-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:José Guilherme Vartanian
Beneficiário:José Guilherme Vartanian
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Renan Bezerra Lira
Assunto(s):Oncologia  Neoplasias de cabeça e pescoço  Neoplasias da glândula tireoide  Carcinoma  Metástase neoplásica  Macrófagos  Imuno-histoquímica 

Resumo

O carcinoma bem diferenciado da tireoide é um dos cânceres que mais cresceu em incidência nos últimos anos, mantendo, no entanto, sua mortalidade estável ao longo deste período. Os principais fatores prognósticos clínico-patológicos bem estabelecidos para este tipo de tumor são idade, tamanho do tumor e presença de extensão extra-tireoidiana e metástases. A relação entre a resposta imune do indivíduo e a o surgimento e evolução das neoplasias tem sido intensamente estudada, porém, nos carcinomas tireoidianos este ainda é um assunto controverso e pouco compreendido. Diversos estudos vêm demonstrando a importância do microambiente imune que envolve as células tumorais e a importância dos macrófagos na regulação deste. O infiltrado tumoral por macrófagos alternativamente ativados está relacionado com metastatização, invasão local e impacto prognóstico negativo em carcinomas mamários, fortalecendo a hipótese de que estas células ajudam o tumor em sua progressão. Sendo assim, o microambiente imune tumoral surge como um marcador prognóstico significativo e como um potencial alvo terapêutico para modificações no comportamento tumoral. O papel do macrófago associado ao tumor nos carcinomas bem diferenciados da tireoide permanece incerto. Objetivo: Analisar o microambiente imune dos carcinomas papilíferos da tireoide através do perfil imunohistoquímico de infiltrado de células inflamatórias nestes tumores, procurando relacioná-lo com marcadores histológicos (imunohistoquímicos) de comportamento tumoral, com fatores clínico-patológicos prognósticos e com sobrevida livre de doença. Métodos: Serão selecionados para o estudo casos de carcinoma papilífero de tireoide tratados no Hospital AC Camargo de Janeiro de 1990 à Dezembro de 2010, com uma casuística estimada em 1000 pacientes. O casos selecionados terão seus prontuários revisados e fragmentos de tumor colhidos para construção de tissue microarrays, onde será feita análise imunohistoquímica de 11 marcadores. Análise estatística será feita com auxílio do programa SPSS Statistics 20.0. (AU)

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