| Processo: | 13/50367-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Acordo de Cooperação: | Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) |
| Pesquisador responsável: | Henrique Ferreira |
| Beneficiário: | Henrique Ferreira |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Dirk-Jan Scheffers |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Groningen , Holanda |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Assunto(s): | Cancro (doença de planta) Xanthomonas citri Citricultura Antibacterianos Divisão celular Controle fitossanitário |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobials | Cell Division | Citriculture | Citrus Canker | Ftsz | Xanthomona Citri |
Resumo
A cultura de frutas cítricas é uma das atividades agrícolas mais importantes para a economia brasileira e principalmente para o estado de São Paulo. A citricultura sofre, entretanto, com pragas e doenças frequentes. Uma das doenças de grande expressividade é o cancro cítrico causada pelo patógeno bacteriano Xanthomonas citri subsp. citri (Xac). Atualmente a prevenção de infecções por Xac ou o espalhamento de infecção para novas áreas inclui o uso de pulverizações das árvores com compostos bactericidas contendo cobre e a erradicação de plantas contaminadas. Apesar dos esforços para se conter o avanço de doenças, na última década registrou-se a perda de um enorme quantidade de árvores (correspondendo a aproximadamente 300 milhões de toneladas de frutas/ano) e espera-se um impacto negativo na qualidade dos solos uma vez que cobre pode acumular no ambiente. Desta forma, maneiras sustentáveis são bem vindas no combate ao cancro cítrico. O parceiro brasileiro desta proposta identificou e caracterizou recentemente uma classe de compostos sem i-sintéticos de derivados de plantas, alquil-galatos, que apresentaram atividade anti-Xac. Na sequência, o parceiro Holandês iniciou estudos para identificar o alvo bacteriano para os alquil-galatos. Dados recentes do grupo Holandês sugerem que o alvo seria uma proteína essencial para o processo de divisão celular bacteriana, FtsZ. Nossos resultados iniciais, porém promissores, formam a base desta proposta, que objetiva melhorar a sustentabilidade da citricultura desenvolvendo novos antibacterianos de baixo impacto ambiental para o combate de Xac. Assim, usaremos compostos já caracterizados por nós, bem como novas sínteses com atividade anti-Xac, na busca por formulações/modificações químicas com atividade aumentada contra este patógeno. Alvos bacterianos para os compostos de interesse e seus modos de ação serão estudados. Faremos experimentos para avaliar a eficácia dos compostos no campo e suas potenciais toxicidades para animais e plantas. Finalmente, esperamos desenvolver compostos que possam ser utilizados em um combate sustentável do cancro cítrico e contribuir com novas alternativas para controlar o espalhamento de Xac. (AU)
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