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Avaliação dos efeitos da vitamina C na fase aguda e crônica da doença de Chagas em camundongos experimentalmente infectados com a cepa QM1 de Trypanosoma cruzi

Processo: 13/22703-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2014 - 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Luciamare Perinetti Alves Martins
Beneficiário:Luciamare Perinetti Alves Martins
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). Marília , SP, Brasil
Pesq. associados: Altino Luiz Silva Therezo ; Carla Pagliari ; Maria Irma Seixas Duarte ; Roberto Esteves Pires Castanho
Bolsa(s) vinculada(s):14/01434-7 - Avaliação dos efeitos da Vitamina C na fase aguda e crônica da Doença de Chagas em camundongos experimentalmente infectados com a cepa QM1 de Trypanosoma Cruzi, BP.TT
Assunto(s):Parasitologia  Doença de Chagas  Trypanosoma cruzi  Estresse oxidativo  Espécies de oxigênio reativas  Antioxidantes  Vitamina C  Imuno-histoquímica 

Resumo

Na América do Sul, aproximadamente 14 milhões estão infectados pelo Trypanosoma cruzi sendo que no Brasil, cerca de três milhões de indivíduos se encontram na fase crônica decorrentes de infecções adquiridas no passado. Do ponto de vista imunológico, foi demonstrado que a ativação de macrófagos pelo T. cruzi resulta na formação de espécies reativas do oxigênio (EROs) de forma que os componentes formados pela reação como Radical superóxido, Radical hidroperoxila, Radical hidroxila, Peróxido de hidrogênio e Oxigênio singlet podem causar danos em qualquer tecido e, para combater os radicais livres, os sistemas biológicos aeróbicos utilizam a defesa antioxidante. A vitamina C atua como agente redutor de diferentes reações, a maioria delas de hidroxilação, mas sua propriedade mais difundida é a de ser um dos mais poderosos antioxidantes do plasma e da defesa localizada nos compartimentos hidrofílicos das células. Embora as propriedades antioxidantes da vitamina C estejam bem estabelecidas, ainda é discutível o seu possível efeito pro oxidante e anti/pro-inflamatório. Considerando as agressões ao hospedeiro decorrentes da produção de EROs; os sistemas de defesa antioxidante do organismo; a vitamina C, como antioxidante não-enzimático e de fonte externa; e a discordância entre artigos científicos sobre o fato do T. cruzi absorver ou não vitamina C do meio, propomos o estudo do efeito da vitamina C na evolução da doença de Chagas aguda e/ou crônica. Para isto, serão dosados marcadores bioquímicos e realizado o estudo histológico e por imuno-histoquímica para avaliar a ação antioxidante e anti ou pro inflamatória da suplementação de vitamina C em camundongos sadios e infectados experimentalmente com a cepa QM1 de T. cruzi na fase aguda e crônica da doença de Chagas. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CASTANHEIRA, J. R. P. T.; CASTANHO, R. E. P.; ROCHA JR, H.; PAGLIARI, C.; DUARTE, M. I. S.; THEREZO, A. L. S.; CHAGAS, E. F. B.; MARTINS, L. P. A. Paradoxical effects of vitamin C in Chagas disease. Parasitology International, v. 67, n. 5, p. 547-555, OCT 2018. Citações Web of Science: 0.

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