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Estudo em larga escala da expressão gênica e de microRNAs de carcinomas mamários e linfonodos regionais metastáticos de cadelas

Processo: 13/25220-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2014 - 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Renee Laufer Amorim
Beneficiário:Renee Laufer Amorim
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Andrigo Barboza de Nardi ; Geovanni Dantas Cassali ; Mirela Tinucci Costa ; Robson Francisco Carvalho ; Rosana da Cruz Lino Salvador ; Silvia Regina Rogatto ; Talita Mariana Morata Raposo Ferreira
Assunto(s):Neoplasias mamárias  Carcinoma ductal de mama  MicroRNAs  Perfilação da expressão gênica  Metástase neoplásica  Cães 

Resumo

O tumor mamário canino é o tumor mais frequente em cadelas e seu comportamento biológico e molecular se assemelha com o que ocorre em mulheres, com isso as cadelas podem ser um excelente modelo comparativo para o entendimento do processo carcinogênico desta neoplasia, além de um modelo natural para testes clínicos. A metástase é uma consequência comum e a principal causa de mortalidade por esta enfermidade em ambas as espécies. Além disso, a frequência de metástase deste tipo histológico de tumor é baixa em comparação aos carcinomas simples, fato interessante, já que os carcinomas em tumor misto apresentam um fenótipo de transição epitelial mesenquimal (TEM) que sabidamente facilita e corrobora com o processo metastático. Frente a este fato, propomos identificar um perfil gênico e de microRNAs diferencialmente expressos nos carcinomas simples e nos carcinomas em tumor misto de cadelas e nos linfonodos regionais com presença e ausência de metástases, por meio da técnica de expressão gênica em larga escala, em plataformas de array, e com isso reconhecer mecanismos moleculares envolvidos nos processos de TEM e potencial metastático. Os resultados serão validados pelo método de RT-qPCR e imuno-histoquímica. Os dados também serão comparados com parâmetros clínicos e histopatológicos. (AU)