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Efeito do treinamento físico em pacientes com insuficiência cardíaca e fibrilação atrial permanente

Processo: 13/17031-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:Guilherme Veiga Guimarães
Beneficiário:Guilherme Veiga Guimarães
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício  Treinamento físico  Fibrilação atrial  Insuficiência cardíaca  Testes de função cardíaca 

Resumo

Introdução: O efeito positivo do treinamento físico em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) tem sido cada vez mais estabelecido. Entretanto, a presença da fibrilação atrial (FA), principalmente em sua forma permanente, torna o quadro clínico desses pacientes mais comprometido. Dessa maneira, a literatura não tem demonstrado estudos envolvendo a indicação da terapêutica com o exercício físico quando a FA está associada a IC. Objetivo: Avaliar o efeito do treinamento físico sobre a capacidade funcional, oxigenação cerebral, aspectos autonômico, aspectos vasculares, função cardíaca, marcadores plasmáticos, qualidade de vida e função cognitiva em pacientes com IC e FA. Metodologia: Serão estudados 22 indivíduos de ambos os gêneros, com idade de 30 a 65 anos com IC (NYHA II-III) e FA permanente com fração de ejeção ventricular esquerda d40%. Os pacientes serão randomizados em dois grupos: grupo 1 (n=11) insuficiência cardíaca em fibrilação atrial - treinamento físico (ICFAt) e grupo 2 (n=11) insuficiência cardíaca em fibrilação atrial - sedentário (ICFAs). Um grupo de 11 indivíduos saudáveis (grupo 3) será utilizado para controle. Em todos os pacientes será medido a oxigenação e fluxo sanguíneo cerebral, atividade nervosa simpática muscular, fluxo sanguíneo muscular, função endotelial, velocidade de onda de pulso, frequência cardíaca e pressão arterial de repouso, variáveis cardiorrespiratórias, estrutura e função cardíaca, níveis de ANP e BNP, marcadores plasmáticos inflamatórios, angiotensina, qualidade de vida e função cognitiva. O grupo 1 realizará o protocolo de treinamento físico supervisionado com duração de 12 semanas. Já o grupo 2 e 3 serão orientados a não participarem de qualquer programa regular de condicionamento físico. Todos os participantes da pesquisa serão reavaliados após o período de 12 semanas. (AU)