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Estudo comparativo da avaliação do pH na urina de 24h e de jejum em pacientes portadores de litíase urinária em uso de citrato de potássio

Processo: 13/18584-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Kawano
Beneficiário:Paulo Roberto Kawano
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Carmen Regina Petean Ruiz Amaro ; João Luiz Amaro
Assunto(s):Urologia  Litíase  Urina  Propriedades físico-químicas 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Litíase | pH urinário | urina | Urologia

Resumo

A prevalência da Litíase do Trato Urinária (LTU) varia de 1 a 20%, conforme o método de diagnóstico empregado, e vem aumentando no mundo inteiro, com taxas de recorrência da ordem de 50% após 10 anos e de 75%, passados 20 anos do primeiro episódio. Classicamente, a análise da composição e das propriedades físico-químicas da urina de 24h tem se apresentado como uma das mais importantes ferramentas auxiliares na investigação e identificação dos fatores envolvidos na etiologia da LTU. Entretanto, pesquisas recentes sugerem que a determinação do pH urinário em amostra isolada de urina colhidas em jejum poderia ser tão representativa quanto a dosagem habitualmente realizada na urina de 24 horas. Objetivo: Comparar a relação entre o pH urinário em amostra única, colhida em jejum, com o da urina coletada em 24h, visando padronizar a metodologia ideal de monitoramento do pH urinário em pacientes portadores de litíase renal em uso de citrato de potássio. Pacientes e métodos: Serão avaliados prospectivamente cerca de 130 pacientes portadores de litíase renal acompanhados no Ambulatório de Metabolismo do HCFMB da UNESP. Serão incluídos pacientes maiores de 18 anos, com diagnóstico de litíase do trato urinário confirmada por exames de imagem e em tratamento com citrato de potássio (Grupo 1). Portadores de infecção urinária recorrente, em uso crônico de antibioticoterapia e pacientes com clearance de creatinina < 60 ml/min serão excluídos. Para a análise do pH urinário serão empregadas duas metodologias distintas: análise clássica por tira reagente e a leitura com pHmetro digital. Os exames de pH urinário serão executados no laboratório de análises clínicas do HCFMB da UNESP. Objetivando ainda estudar o comportamento do pH urinário, segundo a metodologia proposta em pacientes normais, serão avaliados 20 pacientes saudáveis, maiores de 18 anos e não portadores de litíase renal ou outras comorbidades (Grupo 2). Em ambos os grupos serão avaliados dados demográficos como idade, gênero, peso, altura e IMC. No grupo 1 serão considerados ainda dados referentes à doença de base e informações referentes a patologias concomitantes. (AU)

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