| Processo: | 12/16858-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Itamara Lucia Itagiba Neves |
| Beneficiário: | Itamara Lucia Itagiba Neves |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Edimar Alcides Bocchi ; Maria Cristina Marino de Oliveira ; Sergio Eduardo Tricta Quaresma |
| Assunto(s): | Tratamento odontológico Restauração dentária Anestesia local Lidocaína Insuficiência cardíaca Arritmias cardíacas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adrenalina | Anestesia local | Arritmias cardíacas | Insuficiência Cardíaca | lidocaína | Pacientes com Necessidades Especiais |
Resumo
A insuficiência cardíaca, definida como incapacidade do coração em oferecer suprimento de sangue necessário para atender a demanda metabólica dos tecidos e, desta forma, exercer adequadamente sua função de bomba, acomete cerca de 6,4 milhões de brasileiros que necessitam de tratamento multiprofissional, em especial, cuidados com a saúde bucal. O tratamento odontológico, via de regra, implica na aplicação de anestésico local, sendo a adrenalina amplamente utilizada como agente vasoconstrictor com o objetivo de prolongar o efeito do anestésico local. Existem lacunas de evidências na literatura, quanto aos efeitos da adrenalina 1:100.000 associada à solução anestésica de lidocaína para estes pacientes, como: ocorrência de arritmias cardíacas e variações da frequência cardíaca, assim como da pressão arterial sistêmica. Este estudo investigará estes parâmetros por meio monitorização eletrocardiográfica ambulatorial contínua e da monitorização ambulatorial da pressão arterial, respectivamente, durante procedimento odontológico restaurador. De forma randomizada em estudo duplo cego, serão estudados 70 pacientes entre 18 e 75 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca em classe funcional III e IV (NYHA) e indicação de tratamento odontológico restaurador, divididos em dois grupos, que receberão lidocaína 2% com adrenalina 1.100.000 ou lidocaína a 2% sem vasoconstritor. (AU)
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