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Estudo funcional de imunidade celular em brasileiros com diabetes tipo 1 a em diferentes fases da doença e sua integração com marcadores genéticos e humorais

Processo: 13/12109-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2014 - 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Walkyria Mara Gonçalves Volpini
Beneficiário:Walkyria Mara Gonçalves Volpini
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Leonilda Maria Barbosa dos Santos
Assunto(s):Endocrinologia  Diabetes mellitus tipo 1  Autoanticorpos  Imunogenética  Antígenos HLA-G  Linfócitos T reguladores  Antígenos de histocompatibilidade classe II 

Resumo

O diabetes tipo 1, autoimune (DM1A), é uma das doenças crônicas mais comuns da infância e da adolescência, tendo grave prognóstico se inadequadamente tratado. Há heterogeneidade em sua expressão clínica, dependendo da extensão da destruição das células ß pancreáticas por linfócitos T autorreativos. A presença de auto-anticorpos e do genótipo de predisposição (alelos HLA de classe II) permitem o diagnóstico etiológico da doença. Um processo autoimune tipo surto-remissão foi proposto, englobando a interferência de infecções virais na perda de células ß, de forma progressiva, mas não linear. A fase de remissão espontânea, "lua de mel", detectada clinicamente em torno de 50% das crianças com DM1A, é momento oportuno para estudo de eventos imunológicos. Focando a imunossupressão fisiológica, extensivamente estudada em modelos experimentais, diferentes populações de células dendríticas influenciariam o início da autoimunidade, pela expansão de linfócitos T reguladores via estímulo por IL-10, TGFß, indoleamine 2,3-dioxigenase (IDO). In vitro, IDO induz a expressão de HLA-G, molécula HLA de classe I não clássica, em células dendríticas humanas, e ambas moléculas cooperariam para a imunossupressão. Há, entretanto, poucas ferramentas para identificar as células que mediam a doença em humanos. O objetivo do estudo é identificar, em sangue periférico dos pacientes com DM1A, a expressão de HLA-G, IDO, assim como de outros marcadores de células T ativadas, B e dendríticas. Uma avaliação individual em diferentes fases da doença será incluída, quando possível: momento do diagnóstico, fase de remissão e evolução posterior. Os dados serão associados com o genótipo HLA de classe II e marcadores humorais. (AU)

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