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Revascularização de dentes permanentes imaturos de ratos com periodontite apical: análises radiográfica, histológica e imunohistoquímica

Processo: 13/15401-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2014 - 30 de setembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Denise Pontes Raldi
Beneficiário:Denise Pontes Raldi
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Taubaté (UNITAU). Taubaté , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Lia Anbinder ; Ednaldo de Jesus Filho ; Isabel Mello ; Sandra Márcia Habitante
Assunto(s):Periodontite periapical  Necrose da polpa dentária  Revascularização pulpar  Radiografia dentária  Técnicas histológicas  Imuno-histoquímica 

Resumo

A revascularização/revitalização constitui uma proposta terapêutica atual e promissora para o tratamento de dentes permanentes imaturos com tecido pulpar necrosado, por permitir o reparo ou regeneração dos tecidos dentais, resultando em espessamento das paredes dentinárias fragilizadas e alongamento da raiz subdesenvolvida. Entretanto, até o presente momento, não se sabe com exatidão os mecanismos de indução e a natureza dos tecidos formados no espaço radicular de dentes revascularizados. Este estudo tem como objetivo avaliar, por meio das análises radiográfica, histológica e imunohistoquímica, o processo de revascularização pulpar em molares permanentes imaturos de ratos, com periodontite apical induzida. Serão utilizados 30 ratos machos da raça Wistar com 4 semanas de idade e rizogênese incompleta: 10 primeiros molares inferiores do lado direito (MID) e 30 primeiros molares inferiores do lado esquerdo (MIE), os quais serão divididos em 4 grupos (n=10): G1(controle) - os espécimes (MID) não sofrerão intervenção, serão utilizados para avaliação da rizogênese com polpa viva, G2- os espécimes (MIE) ficarão expostos ao meio bucal por 3 semanas para indução da periodontite apical e interrupção da rizogênese e não receberão nenhum tipo de tratamento, G3- os espécimes (MIE) serão expostos ao meio bucal da mesma forma que no G2, os canais radiculares serão descontaminados com hipoclorito de sodio a 2,5%, e preenchidos com pasta de hidróxido de cálcio e G4 - os espécimes (MIE) receberão o mesmo tratamento do grupo 3 e, após duas semanas, será realizado o procedimento de revascularização. Após o período de 6 semanas, todos os animais serão eutanasiados, as peças serão radiografadas para análise radiográfica e, após, processadas em laboratório para a análise dos eventos histológicos, por meio da coloraçã H.E. e análise imunohistoquímica, por meio da identificação dos marcadores BMP-4 e STRO-1. (AU)