| Processo: | 11/50711-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Maria Luiza Tucci Carneiro |
| Beneficiário: | Maria Luiza Tucci Carneiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Cinejornal Cinema Populismo Campanha eleitoral Política e governo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adhemarismo | Bandeirantismo | Cinejornal | Cinema | Politica | Populismo |
Resumo
A democratização da participação política a partir de 1946 caminhou por estratégias que visaram, sobretudo, um maior alcance da mensagem ao eleitorado. Dentre elas, tomamos como exemplo a visualidade das campanhas políticas de Adhemarde Barros em São Paulo, trabalhadas no formato de um veículo inspirado e testado numa experiência ditatorial (então recente) e capaz de "dar vida" ao seu o discurso: o cinejornal. Neste caso, o cinejornal Bandeirante da Tela, da Divulgação Cinematográfica Bandeirante. Seu conteúdo propagandístico - apresentado em meios a notícias de "atualidades carrega signos e valores latentes na sociedade em questão. E nos possibilita investir, analisando a representação adhemarista pela linguagem cinematográfica, na releitura de um momento político ainda pouco visitado pelo viés da História Cultural. Neste caso, por uma História Cultural da Política. (AU)
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