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Vídeo-cápsula enteroscópica

Processo: 13/50922-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de maio de 2014 - 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Circuitos Elétricos, Magnéticos e Eletrônicos
Convênio/Acordo: FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção
Pesquisador responsável:Yang Min Shih
Beneficiário:Yang Min Shih
Empresa:Acen Microeletrônica Ltda
Município: Campinas
Vinculado ao auxílio:12/50122-2 - Vídeo-cápsula enteroscópica, AP.PIPE
Bolsa(s) vinculada(s):14/15878-4 - Vídeo-cápsula enteroscópica, BP.TT
14/13603-8 - Vídeo-cápsula enteroscópica, BP.TT
14/10558-1 - Vídeo-cápsula enteroscópica, BP.PIPE
Assunto(s):Equipamentos e provisões hospitalares  Exames médicos  Cápsula endoscópica  Intestino delgado  Intestino grosso 

Resumo

O intestino delgado e grosso são regiões do trato gastrointestinal de mais difícil de acesso devido ao seu comprimento e anatomia complexa. Há pouco tempo não era possível acessar toda a sua extensão através dos métodos convencionais como gastroscopia ou colonoscopia, apenas avaliações indiretas eram possíveis, através de exames radiológicos usando contraste de bário ou enteróclise. Na última década surgiu uma ferramenta revolucionária para a visualização do intestino, a cápsula endoscópica. O presente projeto propõe a pesquisa e desenvolvimento de um sistema utilizando uma cápsula de vídeo para a realização de exames endoscópicos do trato gastrointestinal. O sistema será composto de uma cápsula para a obtenção e transmissão das imagens, um dispositivo portátil para a recepção e armazenagem das imagens e um programa para auxiliar na visualização e detecção de enfermidades. Atualmente existem menos de uma dezena de fabricantes, nenhum no Brasil.' Este é um dos motivos que faz com que este tipo de exame custe de 10 a 20 vezes a mais do que um exame endoscópico convencional, o que o torna proibitivo para a população de baixa renda, principalmente nos países da América Latina, Ásia e África. O sistema a ser desenvolvido deverá utilizar novas técnicas resultantes da evolução da microeletrônica, afim de que possua um custo menor do que os sistemas atuais e seja mais eficiente e preciso. Isto permitirá que o exame se torne mais acessível para a população, o que viabilizaria a inserção desse exame na rede pública de saúde. A maior inserção desta tecnologia fará que haja aumento na escala de fabricação o que propiciará maiores ganhos para a empresa. (AU)

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