Busca avançada
Ano de início
Entree

Evolução ambiental da planície quaternária e a dinâmica das águas subterrâneas do Rio Mogi Guaçu, SP

Processo: 13/22729-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2016
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Sueli Yoshinaga Pereira
Beneficiário:Sueli Yoshinaga Pereira
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Fresia Soledad Ricardi Torres Branco
Assunto(s):Hidrogeoquímica  Hidrogeologia  Rio Mogi-Guaçu  Quaternário  Tafonomia  Datação geológica 

Resumo

O estudo envolve a evolução da planície associada à Estação Ecológica de Mogi-Guaçú - EEcMG, município de Mogi-Guaçú (coordenadas 22º 10' e 22º 18' S / 47º 08' 47º 11' O, SP) que representa a transição entre o bioma Cerrado e Mata Atlântica, no decorrer do Holoceno, do rio Mogi Guaçu, envolvendo: (1) o estudo das assembleias de macrofósseis vegetais, compostas principalmente por folhas de angiospermas; (2) caracterização sedimentológica da planície aluvionar; (3) caracterização dos aquiferos (aquifero freático) e das águas subterrâneas; (4) análise da dinâmica espacial, temporal e sazonal da caracterização sedimentológica, macrorrestos vegetais, dos níveis de água, da química e das chuvas em um ano hidrológico, e (5) estudos integrados focados ao entendimento da evolução da área. Este estudo envolve a caracterização e entendimento da dinâmica e química das águas subsuperficiais, sua interrelação com o rio, o ambiente deposicional e a floresta, baseado também em monitoramentos das principais sazonalidades da região (água de subsuperfície) e da vegetação envolvida. Pretende-se instalar poços de monitoramento na área da Lagoa do Fundão, acrescentando-se a rede de monitoramento (nível e química das águas) de poços existentes em outras áreas dessa planície. As interpretações com relação a resolução temporal e espacial das assembleias de folhas basearão na coleta de acumulações do chão da floresta e de camadas espessas compostas por restos vegetais das margens do rio, além de experimentos tafonômicos com duração de um ano, e datação das camadas localizadas nas margens do rio. Essas informações subsidiarão estudos para se conhecer o clima por meio das análises de Climate-Leaf Analysis Multivariate Program (CLAMP). Todos os resultados serão integrados com a finalidade de melhorar os conhecimentos acerca da origem e evolução do Cerrado e Mata Atlântica, e a dinâmica de planícies no Quaternário que sustentam estes ecossistemas, além de comparações com os de outros estudos pertinentes ao mesmo. (AU)