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Estudo da fauna de anofelíneos (Diptera: Culicidae) e de sua infecção natural por plasmódios na cidade de Indaial, estado de Santa Catarina

Processo: 13/05559-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Rosely dos Santos Malafronte
Beneficiário:Rosely dos Santos Malafronte
Instituição-sede: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Carlos Brisola Marcondes ; Julio Cesar de Souza Jr ; Zelinda Maria Braga Hirano
Assunto(s):Saúde pública  Malária  Plasmodium  Anopheles  Culicidae  Biologia molecular  Reação em cadeia por polimerase (PCR)  Santa Catarina 

Resumo

O combate à malária em Santa Catarina no início do século XX foi caracterizado principalmente pelo uso de inseticidas e eliminação manual de bromélias em regiões onde a doença foi notificada. Apesar destes esforços, algumas regiões continuam a relatar casos esporádicos de malária autóctone. Nosso grupo tem a intenção de estudar a malária residual na cidade de Indaial, localizada no Vale do Itajaí, onde a vegetação é caracterizada pela Mata Atlântica. Os dados a respeito das notificações relativas aos casos importados e pouquíssimos casos autóctones, nesta região, não estão claros o suficiente, mesmo quando os vetores Anopheles cruzii, responsáveis pela malaria bromeliana e Anopheles deaneorum, são identificados no município. Realizaremos, primeiramente, um estudo descritivo da fauna Culicidae com ênfase em anofelíneos presentes na Mata Atlântica em torno da cidade, onde macacos com infecção por plasmódios foram encontrados, por um período de dois anos. A hipótese do fenômeno "anofelismo sem malária" não é descartada e para tanto as técnicas de biologia molecular podem ser uma ferramenta útil e eficiente. A partir destas informações e outras já descritas, mosquitos capturados no Morro Geisler, em Indaial, serão submetidos à identificação taxonômica e posterior detecção das espécies de plasmódios. Acreditamos que este primeiro passo será a base para a elaboração de outros estudos para a identificação de casos autóctones humanos no Vale do Itajaí. (AU)

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