| Processo: | 14/03322-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Música |
| Pesquisador responsável: | Graziela Bortz |
| Beneficiário: | Graziela Bortz |
| Instituição Sede: | Instituto de Artes (IA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Hugo Cogo Moreira |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/06868-0 - Percepção melódica produtiva e receptiva: avaliação e validação de critérios,
BP.TT 15/21655-0 - Percepção melódica produtiva e receptiva: avaliação e validação de critérios, BP.TT 15/21871-5 - Percepção melódica produtiva e receptiva: avaliação e validação de critérios, BP.TT |
| Assunto(s): | Percepção musical Solfejo Cognição musical Melodia Intervalo (música) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cognição musical | Percepção Musical | Solfejo | Percepção musical |
Resumo
O fato de padrões escalares predominarem em tantas culturas têm intrigado músicos e cientistas, o que conduziu à realização de testes com relação à percepção intervalar de indivíduos. Em música, a capacidade de categorizar intervalos é considerada crucial para o desenvolvimento do conhecimento teórico e das habilidades de um músico. É necessário que o músico seja capaz de diferenciar os intervalos chamados maiores, menores, diminutos, aumentados e justos de acordo com as escalas diatônicas. Essa capacidade não é restrita ao campo teórico. Músicos são treinados a diferenciar os vários intervalos da escala e suas inversões auditivamente. No entanto, para Covington e Lord (1994) o fato de um estudante ser capaz, por exemplo, de decodificar um intervalo de trítono isolado não significa que ele automaticamente desenvolva a capacidade de diferenciar esse mesmo intervalo em contextos musicais variados. A despeito da necessidade de experimentos para avaliar a efetividade do treinamento em reconhecer intervalos, inexistem testes validados que possam esclarecer se há relação entre a percepção de intervalos melódicos e a percepção da melodia como Gestalt. Dessa forma, poucas evidências podem ser estabelecidas no que tange à relação entre o treino musical cujo propósito é o de se produzir intervalos melódicos cantados de memória e a capacidade de se solfejar uma melodia desconhecida. Dito de outra forma, não se tem disponível no mercado um instrumento (teste/escala) que permita mensurar o quão bem tal habilidade de percepção se comporta. Este projeto visa avaliar a dificuldade e discriminação de cada um dos itens das seguintes avaliações de percepção para músicos: uma receptiva e outra produtiva; e avaliar e validar a concordância dos critérios para a avaliação produtiva. (AU)
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