| Processo: | 13/18609-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Fernando Neves Nogueira |
| Beneficiário: | Fernando Neves Nogueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Cassia Marta de Toledo Bergamaschi |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Glândulas salivares Diabetes mellitus Insuficiência renal crônica Saliva Antioxidantes Vitamina C Vitamina E |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antioxidante | diabete | Estresse oxidativo | Glândula Salivar | Insuficiência Renal | saliva | Bioquímica Oral |
Resumo
A saliva é um fluido produzido e secretado pelas glândulas salivares cujo papel na homeostase do indivíduo é bastante conhecido. Diversas doenças têm como consequência a redução do fluxo salivar ou a xerostomia, dentre elas o diabete melito e a insuficiência renal crônica, tendo-se em ambas um aumento de estresse oxidativo sistêmico. O diabete é uma doença caracterizada por uma hiperglicemia crônica. Em estudos anteriores demonstramos alterações no sistema antioxidante, aumento do estresse oxidativo e alteração no potencial energético nas glândulas salivares no estado diabético. A insuficiência renal crônica (IRC) é outra doença que acomete grande parte da população mundial com graves repercussões bucais. Diversos estudos mostraram alterações salivares em pacientes com insuficiência renal crônica, contudo raros são os que utilizam a glândula como fonte de informações. O uso de terapias com antioxidantes, como vitaminas C e E tem demostrado melhoria no quadro de estresse oxidativo nestes grupos de doenças. Diante do exposto, os objetivos do presente estudo são:1) verificar a presença de dano oxidativo em ratos com ablação de 5/6 da massa renal,12 semanas após a cirurgia, assim como alterações no potencial energético das glândulas submandibular (SM) e parótida (PA); 2) Verificar os possíveis benefícios da utilização de suplementação de Vitaminas C e E na prevenção dos danos oxidativos já verificados em animais diabéticos e nos animais com IRC. (AU)
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