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Produção e purificação de proteínas recombinantes de interesse farmacêutico

Processo: 14/50237-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Convênio/Acordo: Universidad de la Frontera
Pesquisador responsável:Adalberto Pessoa Junior
Beneficiário:Adalberto Pessoa Junior
Pesq. responsável no exterior: Jorge Farias Avendaño
Instituição no exterior: Universidad de La Frontera (UFRO), Chile
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM
Assunto(s):Bioprospecção  Biofarmacêutica  Proteínas recombinantes  Purificação de proteínas  Asparaginase 

Resumo

Há uma forte tendência global para encontrar formas alternativas para a produção de princípios ativos farmacêuticos de processo biotecnológico. Neste cenário, o Brasil mostra uma pequena expressão em termos de pesquisa e produção. Para piorar a situação, os fornecedores internacionais de biofármacos para o Brasil estão perdendo o interesse no mercado e interrompendo a produção, como os relacionados ao tratamento onco-hematológico. Este projeto propõe a união de diferentes competências científicas e tecnológicas para atingir um processo industrial viável para produzir L- asparaginase, um biofármaco amplamente utilizado no tratamento da leucemia. Este projeto irá abordar duas áreas principais: otimização da produção de enzimas endógenas e heterólogas, com grupos de bioprospecção de fungos de diversos biomas e a engenharia racional de proteína usando L-asparaginase de S. cerevisiae como suporte para estudos comparativos com as isoformas bacterianas atualmente empregados em terapia. Além disso, as estruturas cristalográficas serão determinadas para orientar as mutações sítio-dirigidas e mutações aleatórias produzidas pela evolução sintética da proteína. Para melhorar a estabilidade, biodisponibilidade, toxicidade e aspectos alérgicos, muitas abordagens de nanotecnologia, como peguilação e nanoencapsulação em polimerosomos serão investigadas. Como resultado, esperamos que este projeto pode trazer um biofármaco nacional para o mercado. Ambos os grupos estão esperando ganhos acadêmicos e novos conhecimentos de acordo com a experiência dos pesquisadores envolvidos nesta proposta. Por exemplo, o grupo da USP receberá investigadores com experiência na caracterização da enzima e de engenharia metabólica das enzimas, assim como o grupo da UFRO receberá especialistas na tecnologia de fermentação, nanotecnologia, extração líquido-líquido de proteínas e de biologia molecular das leveduras. (AU)

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