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Estudo do extrato hidroalcoólico de folhas de Qualea grandiflora: avaliação fitoquímica e efeitos na expressão de proteínas envolvidas em processos inflamatórios

Processo: 14/05234-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Rodrigo Cardoso de Oliveira
Beneficiário:Rodrigo Cardoso de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Plantas medicinais  Medicamentos fitoterápicos  Bioquímica  Vochysiaceae  Qualea grandiflora  Citotoxicidade  Metaloproteinases da matriz 

Resumo

O emprego terapêutico de plantas medicinais para prevenção e manutenção da saúde vem crescendo diariamente, e este aumento pode estar relacionado devido a crenças existentes de que um produto natural não proporciona malefícios. Entretanto, para o uso adequado das plantas medicinais é vital o conhecimento de seus componentes ativos e de suas potencialidades tóxicas e terapêuticas. Algumas aplicações na medicina popular, para as folhas de Qualea grandiflora, são referentes a doenças de origem inflamatória. Algumas moléculas envolvidas em processos inflamatórios, tanto na destruição tecidual como no processo de reparo, são as chamadas metaloproteinases de matriz (MMPs). Dessa maneira o propósito deste estudo é caracterizar quimicamente os componentes presentes no extrato hidroalcoólico de folhas de Q. grandiflora e avaliar a influência desse extrato em fibroblastos e pré-osteoblastos, com foco na atividade e regulação das MMPs e seus inibidores (também chamados de TIMP). Será realizada a caracterização do extrato de Q. grandiflora por meio do processo de triagem cromatográfica que consistirá na coleta das folhas sadias, secagem e pulverização, percolação em etanol 70%, partição em solventes. A caracterização do extrato será realizada por meio da identificação dos compostos nele presentes por HPLC-PAD-MS; além disto, será realizada a quantificação de marcadores químicos selecionados por HPLC-PAD. Para os testes de citotoxicidade os fibroblastos e pré-osteoblastos serão cultivados em meio de cultura com diferentes concentrações (extrato bruto; 1:10; 1:100; 1:1000; 1:10000) do extrato de folhas de Q. grandiflora. Decorrido os períodos de 24, 48, 72 e 96 horas após o tratamento com as diferentes concentrações do extrato, será mensurada a viabilidade celular por meio dos testes de redução do MTT (brometo de 3-(4,5-dimetiltiazol-2-yl)-2,5-difeniltetrazólio) e incorporção do cristal violeta. Uma parte das amostras coletadas será utilizada para a análise das MMP-2 e 9, que será realizada por meio da zimografia, e a expressão da proteína TIMP-2 será feita pelo método de Western Blot. Realizaremos o RT-PCR para quantificar os transcritos (RNAm) das MMPs-2 e 9 e TIMP-2. Os valores serão analisados pelo método ANOVA, complementado pelo teste de Tukey e análise de Kruskal-Wallis complementada pelo teste de Dunn, quando obedecerem à distribuição normal e não-normal, respectivamente. O nível de significância adotado será o de 5% (p<0,05). (AU)

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